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Diante da problemática mundial acerca do COVID-19 e da necessidade do isolamento social, as empresas do mundo todo voltaram os olhos para o home office, não há dúvida de que essa modalidade de trabalho será aprimorada, e mesmo com o fim da pandemia possivelmente o  seu trabalho será diferente, uma vez que que as empresas estão experimentando esse novo conceito laboral, que do ponto de vista financeiro é muito positivo para as organizações por conta da economia gerada, e ao mesmo tempo apreciada pelos colaboradores que percebem a qualidade de vida que isso proporciona. Ricardo Amorim postou recentemente em suas redes sociais que “a transformação digital provavelmente alcançou mais nos últimos 2 meses do que nos últimos 2 anos e este é só o começo”. Esse é um fator de grande relevância que tornará o home office viável e acessível.

O modelo atual de trabalho administrativo que vemos hoje está em fase de transformação e em futuro próximo não fará mais sentido. Fomos condicionados a ingressar no modelo, que consiste em deslocar-se fisicamente até a empresa, cumprir o horário de trabalho e novamente voltar para casa. A partir deste momento de isolamento social muitas pessoas perceberam que o home office é um modelo de trabalho moderno, prático, dinâmico e facilmente adaptável diante das tecnologias que não existiam no passado.

Antigamente as pessoas trabalhavam de forma diferente, as cidades funcionavam de forma diferente, e a tecnologia estava longe de ser o que é hoje. Não vivemos mais unicamente na era da manufatura, estamos vivendo a era do conhecimento, e as empresas modernas já estão atentas de que seu real valor está na saúde, criatividade, motivação e no espirito inovador dos seus colaboradores, e não mais unicamente no patrimônio físico que possuem.

Neste sentido, fica muito claro que o momento é propício para dar um passo à frente e utilizar de forma inteligente o potencial que as pessoas tem a oferecer, através de uma relação nova com o trabalho, muito mais equilibrada, eficiente e sustentável. Essa nova forma de trabalho é uma boa alternativa para as pessoas, empresas e sociedade. Ou seja, se bem aplicado todos saem ganhando nesse processo.

O QUE É HOME OFFICE?

 Por definição, trabalho remoto é qualquer atividade que pode ser realizada à distância, facilitada pelo uso de tecnologia e de comunicação. Certamente você ouvirá de vários modelos de trabalho à distância, como: Home Office, Local Office, Home Based, Mobile Office, trabalho remoto, teletrabalho, enfim, existem diversas maneiras de referir ao trabalho não presencial, e estas são denominações para diferenciar características específicas destes modelos de trabalho. Em algumas situações as reuniões presenciais, contato com os pares, e a presença no escritório serão necessárias, nesse caso, o colaborador exerce suas atividades em casa e vai ao escritório com a frequência que de fato for necessária.

OS BENEFÍCIOS DO HOME OFFICE PARA OS COLABORADORES

Para entender os benefícios do trabalho remoto para as pessoas é necessário entender que a vida pessoal e profissional não precisa ser necessariamente oposta, e que é possível conviver em família e trabalhar de forma harmoniosa, este é o primeiro grande benefício do home office que é mais equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, e esta harmonia está relacionado a família, a saúde, tempo para capacitação, tanto presencial quanto na modalidade EAD, também criatividade e produtividade.

O simples fato de não precisar deslocar-se fisicamente até a empresa o colaborador economiza tempo, que em alguns casos representa várias horas diárias. Passando menos tempo no trânsito o colaborador certamente terá uma redução nos níveis de estresse e doenças relacionadas às grandes metrópoles, sem contar a redução com gastos em combustível, manutenção do automóvel, estacionamento, e por aí vai. Além disso não podemos subestimar o ganho de motivação pessoal que acontece quando pessoas podem trabalhar com mais flexibilidade, liberdade e autonomia, e motivação gera produtividade. Ou seja, para as pessoas o home office se transforma em qualidade de vida.

OS BENEFÍCIOS DO HOME OFFICE PARA AS EMPRESAS

Os benefícios imediatos do trabalho home office para as empresas consiste em produtividade e economia.  É sabido que funcionários com altos níveis de estresse produzem menos. E como dito, a modalidade home office as pessoas estão mais felizes, principalmente porque estão menos cansadas e mais motivadas, e como consequência serão mais produtivas.

 

Quando bem aplicadas as intervenções ergonômicas que iremos abordar adiante, nos dias que o colaborador trabalhar de casa ele conseguirá trabalhar mais concentrado, pois não haverá interrupções e distrações como acontecem em um ambiente corporativo, como ruídos indesejáveis, telefone tocando o tempo todo, conversas e reclamações entre colegas, interrupções muitas vezes desnecessárias e outras situações que tirem a atenção do colaborador.

 

A redução de custos fixos para manter grandes escritórios físicos possibilita para a organização uma excelente oportunidade para contratar ou reter talentos, principalmente se pensarmos em uma nova geração que está chegando agora no mercado de trabalho e que entende que flexibilidade é um dos fatores importantes da vida profissional. Com mais colaboradores trabalhando de casa fica mais fácil reduzir os custos fixos, é possível criar escritórios rotativos onde há menos estações de trabalho do que colaboradores. As estações de trabalho podem ser compartilhadas e ninguém possui um local fixo e é possível criar quando aplicável, um esquema de rodizio de pessoas que estarão na empresa, isso representa escritórios menores, optimizados e mais bem organizados, menor gasto com energia elétrica por ar-condicionado, lâmpadas, computadores, menor gasto com material de escritório, água, limpeza, segurança, aluguel, enfim, neste sentido é possível reduzir muito os custos de escritório. Em alguns casos os escritórios podem ser substituídos por coworking, usado apenas para reuniões e atendimento a clientes ou fornecedores.

 

Alexandre Birman, CEO do grupo Arezzo & Co, poucas semanas antes do Lockdown pelo COVID-19 desenhou um plano emergencial colocando todos os colaboradores em Home Office, “começamos a ser proativos com a segurança das pessoas. Antes de qualquer quarentena, perguntei quanto tempo levaria para colocar a empresa inteira em home office. Me responderam que levaria uma semana, mas perguntei se dava para fazer em dois dias, e fizemos isso…”, ao mesmo tempo Birman bate pesado no e-commerce “…perguntei para ele (diretor de TI), então, quanto tempo levaria para migrar 5 mil vendedores para a ferramenta (e-commerce). Ele me respondeu que levaria dois meses. Disse para ele que precisava em duas semanas. E conseguimos. Transformamos a empresa em digital. Tanto é que batemos o nosso recorde no e-commerce na última quinta-feira, 16 de abril”.

 

Thiago Nigro orienta que os colaboradores mais produtivos são aqueles que demonstram seu valor e não o seu esforço, este pensamento coaduna com este olhar ao trabalho remoto, ocorrerá a quebra de paradigma do trabalho de gestão por esforço e automaticamente as pessoas passam a trabalhar verdadeiramente por resultado e reconhecimento, ou seja valor. As tarefas podem ser combinadas entre as partes, juntamente com os prazos de entrega, desta forma o colaborador pode gerenciar seu tempo para cumprir o seu trabalho. Cabe ao gestor basear-se nos resultados gerados para avaliar a produtividade do seu colaborador. Obviamente metas e prazos devem ser propostos de forma realista e equilibrada. Por estas razões é nítido que o home office é uma alternativa muito interessante para as empresas, principalmente aquelas que estão atravessando tempos difíceis.

 

MAS NEM TUDO SÃO FLORES

 

Para que se possa colher os benefícios mencionados, não basta simplesmente de um dia para o outro mandar o colaborador para casa e esperar resultados. Isso não funciona. É necessária uma atenção especial por parte da empresa em verificar e auxiliar o colaborador no planejamento do seu espaço home office.

 

A premissa básica da ergonomia é que o trabalho deva ser adaptado ao homem, a fim de preservar sua saúde física, emocional e psíquica, neste sentido é importante que os locais home office sigam no mínimo os critérios estabelecidos na NR17, ou seja, “adaptar as condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente”.

 

Ao leigo logo vem em mente que a ergonomia consiste em uma mesa e uma boa cadeira, mas isso não é tudo. De nada adianta o colaborador ter à disposição uma mesa adequada, uma cadeira ergonômica e de um computador moderno para realizar seu trabalho e ao mesmo tempo ter que resolver pirraças das crianças, é obvio que o colaborador não conseguirá produzir adequadamente, e o resultado será revés ao esperado. Felizmente para cada problema existe uma solução.

 

Para que o colaborador consiga de fato alcançar resultados positivos, tanto em qualidade de vida quanto em capacidade criativa e produtiva, é importante antecipar e mapear os principais fatores de riscos ergonômicos e corrigi-los. Na maioria dos casos as soluções são simples e facilmente aplicáveis.

 

FATORES DE RISCOS ERGONÔMICOS HOME OFFICE

Ergonomia é tudo, tudo é ergonomia” este é o famoso bordão do Ergonomista Omar Alexandre. Com esta frase em mente facilita o desenvolvimento da percepção dos fatores de riscos ergonômicos para home office, estes fatores simplificadamente podem ser agrupados em:

  1. Mobiliário e Equipamentos: Postos de trabalho improvisados; mobiliário que não permite regulagens e ajustes; cadeira com assento inadequado, encosto inadequado ou ausente; falta de espaço para movimentação das pernas e braços; dificuldade de alcançar objetos, documentos e outros materiais; mesa com falta de espaço físico para depositar materiais de trabalho; mobiliário e equipamentos incompatíveis com a altura e aspectos físicos do colaborador.
  2. Biomecânicos: Trabalho em posturas incômodas por longos períodos; postura sentada por longos períodos; necessidade de realizar movimentos repetitivos de forma frequente.
  3. Ambientais: Desconforto acústico; desconforto térmico; iluminação inadequada; existência de reflexos no monitor de vídeo.
  4. Organizacionais: ausência de pausas pré-definidas para descanso; ritmos intensos de trabalho; variação de turnos de trabalho; falta de capacitação para exercer as tarefas; metas de produção muito rigorosas; falta de equilíbrio entre tempo de trabalho e tempo de repouso; ausência de planejamento prioridades e metas; má gestão do tempo.
  5. Psicossociais e cognitivos: Excesso de situações de estresse; sobrecarga de trabalho mental; exigência de alto nível de concentração, atenção e memória; frequentes interrupções; condições de difícil comunicação; excesso de demandas emocionais ou afetivas no trabalho; ordens divergentes ou vagas; metas inexistentes ou incompatíveis; múltiplas tarefas de alta demanda cognitiva.

Tratando-se de ergonomia para home office as queixas mais comuns por parte dos colaboradores são de ordem organizacional que refletem em fatores de ordem cognitiva. As queixas mais comuns ocorrem no âmbito familiar, onde em alguns casos as pessoas não compreendem que o colaborador mesmo em casa ele está trabalhando. Diante disso, o colaborador antes mesmo de assumir o modelo home office precisa estar consciente de que amigos, parentes, familiares, vizinhos e pessoas próximas tenderão a pensar que ele está “disponível” para assuntos aleatórios não relacionados ao trabalho, como por exemplo, pedidos para ir ao mercado, trocar uma lâmpada ou levar crianças na escola, entre outros. No mesmo sentido, trabalhando em casa é fácil misturar o tempo para o trabalho com o tempo para a família, trocar o dia pela noite, perder o controle sobre o tempo, perder horários das refeições ou trocar refeições saudáveis por alimentação desequilibrada, sedentarismo, perder o foco no trabalho, procrastinar suas tarefas, entre outros.

Estes fatores não devidamente tratados poderão resultar em sentimento de frustração e incapacidade e por consequência no desenvolvimento de doenças relacionadas a fatores psicossociais, como exemplo, angústia, sentimento de baixa autoestima, estresse e depressão. Para minimizar estes problemas o colaborador precisará desenvolver competências básicas relacionadas à disciplina comportamental, gestão do tempo e planejamento estratégico.

EFICÁCIA DO TRABALHO HOME OFFICE

Wendell Carvalho pontua que as pessoas com estilos comportamentais mais comunicativas, extrovertidas e que cultivam relacionamentos pessoais normalmente tem mais dificuldades com foco, disciplina e a gestão do tempo. Em contraponto, pessoas excessivamente disciplinadas, que se cobram muito e que ficam mais incomodadas com atrasos de projetos, reuniões e perda de tempo, consequentemente vivem estressadas. Para Wendell é importante entender que estes extremos não são saudáveis.

Caio Carneiro aponta que “não existe tempo suficiente para conseguir fazer tudo, mas sempre existe tempo para fazer as coisas mais importantes”, ou seja, é necessário saber planejar e priorizar suas tarefas.

Neste mesmo sentido Flora Victoria alerta que muitas pessoas tem um planejamento estratégico muito claro, mas não conseguem definir quais são as mais importantes, quais são as menos importantes, e que o trabalho Home office funciona para aqueles que possuem algumas habilidades bem definidas, como a autoeficácia, autodeterminação e perseverança, e que estas qualidades que vão fazer a pessoa entrar em ação para obter os resultados que tanto deseja. Estas características podem ser adquiridas, treinadas e aprimoradas, portanto qualifique-se.

Inicialmente escolha seu espaço Home Office. Tenha um escritório ou um espaço bem definido em casa para ser seu espaço de trabalho, observando o atendimento aos fatores de mobiliário e equipamentos, os fatores biomecânicos e os fatores ambientais, descritos anteriormente. Prepare seu espaço de maneira que você concentre num só local tudo o que precisa de forma acessível, organizada e rápida.

Deixe claro para você mesmo e para as outras pessoas que quanto você está naquele espaço, você está trabalhando e não pode ser interrompido, e caso aconteça interrupções indesejadas seja claro que você está trabalhando e que não pode atender. Da mesma forma não use redes sociais, aplicativos de mensagens, jogos, televisão ou outras fontes de informações pessoais que possam te tirar o foco.

Crie uma rotina, defina seus horários de trabalho, pausas e descanso. Acordou de manhã, arrume seu quarto, tire o pijama, isso ajuda a conquistar o respeito das pessoas e ao mesmo tempo você está condicionado ao trabalho.

ERGONOMIA: MAPEAMENTO E FERRAMENTAS ERGONÔMICAS

Para mapear os fatores de riscos ergonômicos existem vários métodos chamados de ferramentas ergonômicas. Estas ferramentas são utilizadas no intuito de buscar as demandas ergonômicas relevantes para cada situação laboral. Não existe uma ferramenta que possa ser usada em todos os casos, elas se complementam. A NR17 não define quais são as ferramentas ergonômicas que devem ser utilizadas, ficando a cargo do Ergonomista escolher e aplicar as ferramentas que julgar necessárias para a identificação e reconhecimento dos fatores de riscos ergonômicos para que se possa propor soluções, portanto a experiência do profissional de ergonomia é fundamental para que se possa realmente transformar o ambiente de trabalho, buscando resultados concretos em qualidade laboral, desempenho e melhoria de produtividade. Sem isso, um estudo ergonômico não passa de mais um caderno sem utilidade esquecido dentro da gaveta.

Para o mapeamento e análise dos fatores ergonômicos Home Office podemos citar algumas ferramentas que podem ser facilmente adaptadas e aplicadas ao trabalho Home Office:

  1. Método Tor-Tom: Ferramenta bastante completa, facilmente adaptável, pode ser aplicada em várias demandas ergonômicas. Criado pelo Médico do Trabalho, Dr. Hudson de Araújo Couto, cotado como uma das maiores autoridades em estudos ergonômicos no Brasil.
  2. Método Best Brief: Avaliação dos riscos biomecânicos para membros superiores e inferiores, como: postura, força, duração da tarefa e frequência.
  3. ECO Escala de Coping Ocupacional: Avaliação das estratégias cognitivas e situações estressantes no ambiente de trabalho.
  4. SQR20 Self Report Questionnaire: Identificação fatores para o rastreamento da saúde mental do trabalhador: humor, sintomas psicossomáticos, decréscimo de energia e pensamentos depressivos.
  5. MOSSSS Medical Outcomes Study Questions Social Support Survey: Avaliação da percepção do trabalhador ao nível de apoio social.
  6. Nasa Task Load Index: Avaliação da carga mental de trabalho, como: demanda mental, esforço, frustração, entre outros.
  7. Ergos Cognitive: Avaliação dos fatores cognitivos e carga mental de trabalho, como: atenção, monotonia, raciocínio, relacionamentos, entre outros.
  8. JSS Job Stress Scale: Avaliação do nível de estresse no trabalho e demandas psicológicas provenientes do trabalho que podem promover risco à saúde e adoecimento.
  9. ESS Epworth Sleepiness Scale: Avaliação da ocorrência de sonolência diurna e qualidade geral do sono.
  10. ECTF Escala de Conflito Trabalho Família: Avaliação da interferência negativa das suas atividades e responsabilidades do trabalho com sua vida pessoal e relações familiares.
  11. EFAL Escala de Fatores de Absenteísmo Laboral: Avaliação de fatores que podem ser motivo de absenteísmo, como: fatores interpessoais, psicossomáticos, condições de trabalho, gestão do tempo, entre outros.
  12. ESCAM Escala Subjetiva de Carga Mental de Trabalho: Avaliação de carga mental, como: demanda cognitiva, características da tarefa, organização do trabalho, entre outros.
  13. ERI Effort Reward Imbalance: Avaliação da satisfação em relação ao trabalho, como: reconhecimento, nível de comprometimento do trabalhador para identificar possíveis desequilíbrios nocivos à saúde.
  14. MACQ Memory Assessment Complain Questionnaire: Avaliação da memória do trabalhador. Considera a capacidade de executar tarefas que envolvem a memória e indica o quanto a mesma pode estar comprometida devido a evolução da idade.
  15. WSQ Work Satisfaction Questionnaire: Avaliação de satisfação, como: fatores como ambiente físico, relações hierárquicas, entre outros.
  16. HSE IT Management Standards Indicator Tool: Avaliação de fatores psicossociais causadores de estresse no trabalho, como: exigências, organização do trabalho, condições ambientais, relacionamentos, assédio, autonomia, comunicação, entre outros.
  17. MPF Mini Psychosocial Factors: Avaliação de fatores psicossociais e cognitivos, como: ritmo, assédios, relacionamentos, reconhecimento, autonomia, remuneração, demandas emocionais e psicológicas, carga mental, entre outros.
  18. ROSA Rapid Office Strain Assessment: Avaliação postural para atividades predominantemente sentadas.

Como exemplo criamos um checklist simplificado para demonstrar uma maneira de coletar e interpretar os dados através do sistema RSData em parceria com a CIDMED Serviços de Medicina e Segurança Ocupacional. Separamos os fatores ergonômicos em 5 grupos. Através dos resultados encontrados é possível aplicar outras ferramentas específicas e posteriormente aplicar as medidas corretivas.

 

Uma vez coletadas as informações para todos os funcionários é possível inserir os dados no sistema RSData de várias formas, os resultados poderão ser analisados de forma global, ou separadas pelos grupos ergonômicos. Ainda é possível analisar os dados individualmente ou coletivamente para que se possa definir as prioridades de intervenção, que podem ser padronizadas por causa/efeito, percentual de incidência ou aplica-los em uma matriz de riscos levando em consideração os graus de ocorrência e severidade.

Ainda é possível analisar os dados individualmente ou coletivamente para que se possa definir as prioridades de intervenção, que podem ser padronizadas por causa/efeito, percentual de incidência ou aplica-los em uma matriz de riscos levando em consideração os graus de ocorrência e severidade, e os resultados poderão ser gerenciados do PGR/GRO.

Fica claro que o trabalho Home Office veio para ficar e que o sucesso desta modalidade de trabalho está estreitamente ligado aos fundamentos da ergonomia, treinamento, capacitação e gestão.

 

Cid Batista de Campos

Engenheiro de Segurança do Trabalho
Especialista em Higiene Ocupacional
Especialista em Ergonomia
Gerenciamento de Riscos Ergonômicos – KTH Royal Institute of
Tecnology School of Engeneering, School of Ciences in Chemistry,
Biotecnology and Health, Unit of Ergonomics – Estocolmo – Suécia.
Diretor da CIDMED Serviços de Medicina e Segurança Ocupacional LTDA
e AvanteSeg Cursos e Treinamentos Corporativos e Comércio LTDA

 

 

 

Os artigos reproduzidos neste blog refletem única e exclusivamente a opinião e análise de seus autores. Não se trata de conteúdo produzido pela RSData, não representando, desta forma, a opinião legal da empresa.


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