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Num primeiro momento vamos utilizar a abordagem característica da Defesa Civil, ou seja, para que exista um desastre ele ocorre em um território (espaço geográfico) e, necessariamente tem que existir exposição e/ou afetação de pessoas. Se não existe exposição de pessoas, desconsiderar-se-á o desastre. Não obstante, o desastre ambiental poderia gerar impactos e reflexos negativos para a comunidade.

No GRO – gerenciamento de riscos ocupacionais, o inventário de riscos tem alguns fatores relevantes que se recomenda serem considerados nesta estruturação, tais como:

1.  CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS

  1. Área Total
  2. Cumprimento e largura total
  3. Pé direito
  4. Tipo de piso
  5. Paredes
  6. Cobertura
  7. Iluminação
  8. Ventilação
  9. Acessos e rotas de fuga
  10. Adjacências
  11. Sistema de Proteção contra Incêndios existentes

2. ANALISE DOS RISCOS, QUANDO APLICÁVEL

  1. Setor de Trabalho
  2. Fabricante e nome comercial do Produto
  3. Composição e concentração
  4. Nº CAS
  5. Forma de aplicação ou uso
  6. LT estabelecido (Aplicabilidade NR 15, Anexo IV Decreto 3048, ACGIH, Outros)
  7. Existe procedimento ou protocolo descritivo uso, aplicação?
  8. Existe Efeito combinado entre 2 ou mais substâncias que compõe o produto Anexo E da ACGIH?
  9. Fonte Geradora
  10. Medidas de Proteção existente? EPIs ou EPCs?
  11. Inflamável SIM ou NÃO
  12. Possível Comprometimento Saúde (Dados Clínicos Existentes)
  13. Trajetórias/ Meios de Propagação
  14. Possíveis danos à saúde (> L.T.) Literatura Técnica – Lista B Decreto 3048, Base do TLV ACGIH, FISPQ, DBASE
  15. Caracterização da Atividade e do Tipo de EXPOSIÇÃO (Matriz AIHA)
  16. Produto Sujeito a Controle do: (  ) Exéricito Brasileiro    (   )   P F        (    )   Polícia Civil
  17. LINACH?
  18. Recomendações
  19. Observações. Medir?

3. ANÁLISE DE PERIGOS E RISCOS

  1. Descrição do Risco (Ameaça)
  2. Descrição do Tipo de Perigo (Evento Danoso)
  3. Consequência do Evento ou Possíveis Danos emprestados da LITERATURA Técnica
  4. Tipo de Exposição
  5. Fonte Geradora
  6. Categoria do Risco puro (sem ou com as atuais medidas de controle existentes) – Usar Matriz de CATEGORIZAÇÃO DE RISCOS
  7. Descrever Medidas de Controle Existentes
  8. Possíveis Comprometimentos da Saúde (Registros existentes)
  9. Trajetória ou Meio de Propagação
  10. Medidas de Controle Recomendáveis a serem implantadas
  11. MATRIZ DE CLASSIFICAÇÃO RISCO (AIHA) = Nível de Exposição x Consequencias
  12. CATEGORIA DO RISCO HRN E NBR 14.153 ABNT Após implantação das medidas (etapa 10) = Probabilidade x Gravidade

4. METODOLOGIA AIHA

Desta forma, a partir do obtido acima temos elementos e os motivos de convicção e as razões de convencimento, utilizando a estratégia AIHA.

5. MATRIZ DE RISCO

Passamos a observar a Matriz de Categoria de Riscos conforme acima descrito e abaixo representado nas tabelas, e de acordo com a pontuação obtida para cada risco, utilizamos a Matriz de orientação para a tomada de decisão.

CATEGORIA DO RISCO

(Híbrido de AIHA e HRN Hazard Rating Number / Dar número para a Avaliação de Riscos NBR 14.153)  

6. APROPRIAÇÃO DO EFEITO DO MONITORAMENTO

Feito o PE (Planejamento Estratégico) com as respectivas priorização das medidas de controle, com metas relevantes, específicas e mensuráveis utiliza-se o quadro abaixo para apropriação do feito e monitoramento da eficácia das medidas de controle usando a ferramenta propostas pelo PDCA.

TABELA GERADA AUTOMATICAMENTE PELO SISTEMA RSData

 

7. CLICO PDCA

Logo, sabemos pelo quadro do Plano de Ação que as metas são mensuráveis e temporais, ou seja, temos um valor atribuído e um tempo estimado para sua finalização, utilizando os métodos do PDCA conforme descrevemos abaixo no modelo proposto.

8. GRO

Por fim, teremos caminhado pelos meios e recursos necessários para uma boa gestão de riscos ocupacionais, sendo permeado as seis etapas principais da GRO:

Pedro Valdir Pereira
Consultor de Saúde e Segurança do Trabalho
Instrutor de Treinamentos Credenciado pelo Corpo de Bombeiros/ RS Matrícula  000185/2011 e  00379/2013
Técnico Internacional em Emergências Químicas  – Especialista  pela NFPA 472 – HazMat Technician Standard  for Professional Competence of Responders to Hazardous Materials Incidents – Technician Level – transportation technology center, University of Texas – inc. USA
Safety Technician – Ergonomics, Occupational hygienist, Health and Safety
Delegado Eleito para representar o RS na Conferência Nacional de Defesa Civil – Brasília em NOV 2014

 

 

Os artigos reproduzidos neste blog refletem única e exclusivamente a opinião e análise de seus autores. Não se trata de conteúdo produzido pela RSData, não representando, desta forma, a opinião legal da empresa.


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Deixe seu comentário 2 comentários

  • Hugo de Mello Portella disse:

    O velho e bem conceituado PDCA volta atona com força máxima. O Ciclo PDCA na solução de problemas nas empresas é uma metodologia usada como ferramenta de gestão. Assim como para a melhoria contínua de processos. Esse método é utilizado para solucionar problemas que não são facilmente visualizados.
    Mas por que ele é importante? Porque possibilita a identificação de falhas, o que torna mais simples o processo de reparação das mesmas. Além disso, o Ciclo PDCA prioriza a medição, fator importante na gestão.

  • gostei muito do conteúdo descrito acima sou aluno do curso segurança do trabalho em brasília

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