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Nesta semana nosso convidado Wesley Silva, iniciará uma série de artigos sobre as questões de Gestão de SST relacionando a nova NR01 – comentando o PGR/GRO. Vamos então a leitura?!

“Em um plano de gestão você precisa estar preparado para o pior cenário. É melhor investir em precaução que ser surpreendido pelo despreparo.”

Wesley Silva
CEO da Innove Consultoria

Vivemos em uma era de mudanças e nossas organizações não poderiam ser diferentes.
Para mim, uma empresa é como um organismo que precisa mudar para se adaptar a cada nova realidade. Há algumas décadas, essas mudanças demoravam anos. Agora, com o mundo cada vez mais globalizado, as mudanças ocorrem a todo o momento.
Assim, toda organização deve desenvolver um plano de gestão, onde são previstos alguns riscos. Entretanto, muitas consideram somente o cenário atual e previsões otimistas, não considerando a hipótese de uma mudança de impacto negativo no mercado, na legislação, na sociedade ou no meio ambiente.
Uma lei alterada pode tornar um negócio inviável!
Então, qualquer plano de gestão deve considerar o pior cenário que possa ocorrer, de tal modo que ela antecipará a mudança e terá uma resposta mais rápida à nova condição. Assim, a organização pode se adaptar mais rápido, transformar a mudança em oportunidade de melhoria e talvez se tornar até mais competitiva no mercado.

Como o GRO poderia auxiliar?

Quando estamos pensando em um plano de gestão de SST (Segurança e Saúde no Trabalho) ou no GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais), precisamos pensar não somente nas medidas de controle dos riscos, mas também nas consequências de uma eventual falha nessas medidas.
Elas podem ocorrer por fatores como falta de monitoramento, falha na manutenção, erros de cálculos, fatores ambientais ou falhas humanas.
Havendo essa falha, irá ocorrer uma consequência, da qual precisamos compreender a magnitude e as ações para redução de impactos. Para essa avaliação, devemos considerar os danos as à vida, à saúde, à organização e ao meio ambiente.
Isso irá fazer parte de um Plano de Resposta à Emergência, que para mim a melhor definição, seria “um conjunto de ações e recursos estabelecidos dentro de uma estrutura de planejamento, com o objetivo de reduzir os impactos produzidos para uma emergência não evitada, porém prevista. Ele deve possuir uma sistemática que seja eficaz na amortização de danos à vida, à saúde, à propriedade e ao meio ambiente.”
Claro que determinadas emergências são mais possíveis que outras e isso dependerá das medidas de controle propostas, aplicadas e gerenciadas. Contudo, entendo que seria um erro acreditar que elas nunca irão acontecer.
E talvez essa falha aconteça no pior momento, causando o máximo de dano!
Portanto, precisamos investir tempo e energia neste processo de preparação para a emergência, assim não seremos pegos despreparados e será possível a redução de suas consequências.

 

NR 35 - Trabalho em Altura - Treinamento pode ser EAD?Wesley Silva
· Engenheiro de Produção e de Segurança do Trabalho;
· Pós-graduado em Ergonomia e Direito Trabalhista e Previdenciário;
· Diretor Técnico da Innove Consultoria e Treinamentos;
· Instrutor e palestrante em diversos cursos;
· Consultor em Segurança do Trabalho em empresas do ramo de construção civil, mineração e telecomunicações.
Ha 13 anos atuando com gestão de segurança do trabalho.

 

 

 

Os artigos reproduzidos neste blog refletem única e exclusivamente a opinião e análise de seus autores. Não se trata de conteúdo produzido pela RSData, não representando, desta forma, a opinião legal da empresa.


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