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O GRO e o PGR são destaques nos Grupos de discussão, Facebook, Instagram, Linkedin e estão em alta nas mídias!

Quantos cursos, quantas formas e métodos estão surgindo de forma inovadora para atender o GRO e o PGR, aparecendo métodos que servirão para qualquer condição existente, curso definitivo para elaborar o GRO / PGR entre vários que estão oferecendo a solução.

De forma gratuita ou paga, não estamos aqui contra estes cursos, formas, métodos, pois tudo dependerá de antes de qualquer coisa observar o conteúdo programático, carga horária, a experiência e vivência do apresentador, chegando no ponto crucial para o sucesso, que é exatamente demonstrar de forma didática o atendimento a legislação prevista na NR 1 e nas demais NR´s, pois com as atualizações já realizadas e as que ainda acontecerão, as empresas e os profissionais devem estar preparados para esta adequação e mudança significativa que a área de Segurança e Medicina do Trabalho sofrerá a partir de 2021.

 

Vejamos um exemplo quanto a Ergonomia

Há uns 10 anos atrás, quem falava de Ergonomia e quais as empresas e profissionais que se importavam no atendimento da NR 17?

Igualmente com Softwares, que eram raros e restritos à grandes empresas que já pesavam em um gerenciamento mais efetivo.

O eSocial foi chegando e com ele surge milagrosamente Softwares relâmpagos, interesses em NR´s que até antes eram ignoradas.

Tal situação volta a ser presente com o GRO / PGR, como se tudo fosse exatamente algo novo e inovador que nunca foi existente na Segurança e Medicina do Trabalho, será mesmo?

Na CANPAT 2020, especificamente do dia 01.06 e do dia 09.06 que trataram sobre o histórico de toda a construção do GRO / PGR, apontando que na nova estrutura que será obrigatória em 2021, a Secretaria do Trabalho deixa claro que não quer deixar ser cometido o mesmo erro que houve com o PPRA em 1994 quando realmente passou a ser aplicado e cobrado de forma efetiva pelo antigo Ministério do Trabalho.

Para que estes erros não sejam cometidos, começa pela própria fiscalização estar engajada em se manter presente e exigente nas determinações de cumprimento por parte das empresas e pela efetiva estrutura atender o que se tem determinado pela NR 1, ou seja, a fiscalização deve realmente auditar (daí está a classificação AFT – Auditor Fiscal do Trabalho) quanto sua estrutura e penalizar se necessário não somente as empresas, mas também as Clínicas, Consultorias e profissionais que ainda podem estar pensando na estrutura antiga da “venda de papéis”.

 

E as empresas que já possuem uma certificação já não teriam uma vantagem?

De certo modo, sim, mas há um importante ponto que muitas das vezes pode estar acontecendo e não se é observado, como, com uma certificação, podem haver erros que pela própria certificação não seriam possíveis?

Não estou colocando em xeque a certificação, mas sim nas condições conquistadas apresentarem ainda falhas inaceitáveis. Cabendo ainda observar que o GRO / PGR trazem informações que devem ser compatibilizadas e harmonizadas com o sistema certificado.

O formato a ser construído para o gerenciamento e para o programa deve buscar uma base bem sólida e confiável quanto a identificação, análise e tratamento dos dados, o que pode nos levar a enveredar ferramentas e metodologias que outras áreas como a Qualidade, como por exemplo o uso do PDCA, Matriz SWOT, Método RACI entre outras.

Saber adaptar estas estruturas será um grande e bom desafio, elevando mais o nível profissional e a qualidade das informações.

Não podemos também negligenciar a capacidade de criação de novas ferramentas que podem trazer um novo ciclo para os profissionais, pois certamente despertará a vontade de se elevar o padrão e consequentemente um impacto será observado e sentido tanto para quem cria ou para quem irá aplicar, resultando em mudanças significativas para a empresa e os trabalhadores.

O saber será parte “sine qua non” para todos os profissionais que irão tratar sobre o GRO / PGR e as novas NR´s e para as alterações que ainda virão. Inovações certamente estão por vir e os resultados serão fantásticos.

Juiz de Fora, 15 de Junho de 2020.

 

Paulo Leal – Ergonomista/Engenheiro de Segurança do Trabalho

Consultoria e Mentoring em SST, eSocial e Ergonomia

 

Os artigos reproduzidos neste blog refletem única e exclusivamente a opinião e análise de seus autores. Não se trata de conteúdo produzido pela RSData, não representando, desta forma, a opinião legal da empresa.

  


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