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Medicina do Trabalho, por Dr. Fernando Martins

Um bom trabalho está diretamente atrelado a boas condições de trabalho. E é impossível pensar tal ambiente sem passar pela Medicina do Trabalho, campo de atuação que evolui, ao longo dos anos, de acordo com o próprio mercado e as relações empresa – empregados.

Conforme o Dr. Fernando Garcia Martins Filho, especialista que atua em Medicina do Trabalho há cerca de 30 anos, sendo 21 deles na Souza Cruz, onde hoje atua como Coordenador de Saúde, é função do médico estar atento a diversos pontos que deverão contribuir para uma boa relação entre a manutenção/melhoria da saúde do trabalhador e o ganho de produtividade pelas empresas.

“Ao longo dos anos, vemos novas doenças surgindo, não somente físicas, como também mentais. Este é um ponto a ser constantemente monitorado pelos profissionais de Medicina do Trabalho”, comenta Martins Filho. “Há, ainda, o aumento da velocidade com que as empresas precisam evoluir seus serviços, produtos e operações para atender ao mercado, demandando também mais velocidade de execução aos trabalhadores. Isso precisa estar em harmonia, assim como também é preciso harmonizar a análise não apenas do ambiente de trabalho, mas também dos demais ambientes em que o colaborador transita. Por exemplo: se ele mora em locais onde há incidência de violência, se suas condições de vida são propensas ao stress, se seu perfil é sedentário… Todos estes são fatores a ser considerados”, completa.

O sedentarismo, conforme o Dr. Martins Filho, é ligado à própria modernidade, que com facilidades como automação residencial e empresarial, controle remoto, vidros elétricos nos carros, entre tantos outros recursos que diminuem a necessidade de movimento humano, trouxe uma redução nas atividades físicas. E, por consequência, um aumento dos malefícios trazidos por uma vida sedentária.

“O trabalhador precisa encontrar, em seu cotidiano, horários para se movimentar. Seja uma caminhada, outro tipo de exercício, algo que faça bem à sua saúde física e mental”, destaca o médico. “No ambiente de trabalho, é preciso entender que o profissional não tem de estar somente apto, mas também saudável”, ressalta.

Isto, segundo o especialista, está muito ligado à questão do presenteísmo, ou seja: de o funcionário estar presente no trabalho, mas não estar bem para entregar o máximo de sua capacidade produtiva, devido a problemas pessoais, financeiros, questões familiares que possam afetar sua saúde, tanto física, quanto emocional.

“Ao Médico do Trabalho, cabe ficar atento a todos estes pontos, entendendo o que impacta a produtividade e indicando possíveis ações ou programas para reduzir tais impactos”, afirma Martins Filho.

O profissional se graduado pela PUC-SP, especialização em Medicina do Trabalho pela Faculdade de Medicina da USP e em Acupuntura pela AMBA. Na carreira, traz passagens por grandes empresas, Fleury, Siemens e Hospital Sirio Libanes, bem como o Hospital Albert Einstein, onde atuou como Médico do Trabalho e Chefe do SESMT, totalizando 9 anos de atuação.

 

DR. FERNANDO GARCIA MARTINS FILHO


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