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Análise de risco como ferramenta de Gestão – NR 35 – O que deve conter este documento?

Continuando a nossa série de artigos sobre a Gestão de Riscos nos trabalhados em altura, vamos falar um pouquinho sobre uma ferramenta muito comum, porém nem sempre bem aplicada na prática. Que é o processo de análise de risco .

A análise de risco é uma importante ferramenta para que o trabalho seja realizado com segurança . Analisar os riscos é parte importante do processo para estruturação de medidas de segurança necessárias para execução da atividade sem ocorrências indesejadas e impactos negativos na gestão de SST (Segurança e Saúde do Trabalho).

O formulário de análise de risco, pode variar um pouco. Porém, alguns campos são básicos, como o perigo, o risco, as medidas de controle, executantes da tarefa, serviço que será executado o  local , prazos e responsável.

Ela está prevista em diversas normas, como NR 18, 10, 12, 33. Porém, vamos focar hoje na NR 35.

Segundo a norma regulamentadora todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco. Sendo a atividade rotineira, ela pode estar comtemplada no procedimento operacional. Mas isso será tema do próximo artigo.

A Análise de Risco deve, além dos riscos inerentes ao trabalho em altura, ou seja, são intrínsecos a atividade, como a queda. Ela deve considerar:

  1. a) o local em que os serviços serão executados e seu entorno;
  2. b) o isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho;
  3. c) o estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem;
  4. d) as condições meteorológicas adversas;
  5. e) a seleção, inspeção, forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e individual, atendendo às normas técnicas vigentes, às orientações dos fabricantes e aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda;
  6. f) o risco de queda de materiais e ferramentas;
  7. g) os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos;
  8. h) o atendimento aos requisitos de segurança e saúde contidos nas demais normas regulamentadoras;
  9. i) os riscos adicionais;
  10. j) as condições impeditivas;
  11. k) as situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros, de forma a reduzir o tempo da suspensão inerte do trabalhador;
  12. l) a necessidade de sistema de comunicação;
  13. m) a forma de supervisão

Par elaborar uma boa análise de risco  precisamos garantir que o trabalhador compreenda bem a metodologia, os riscos, a atividades e as medidas de controle.

Lembrando que esta ferramenta, também poderá ser empregada na construção do PGR(Programa de Gerenciamento de Riscos) .

Então a dica de gestão de hoje será:

Garanta que a Análise de Risco seja realizada antes dos trabalhos e que ela seja parte fundamental no processo de planejamento do trabalho em altura e que todos os trabalhadores participem da sua elaboração e tenham ciência das medidas de controle propostas.

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Wesley Silva
· Engenheiro de Produção e de Segurança do Trabalho;
· Pós-graduado em Ergonomia e Direito Trabalhista e Previdenciário;
· Diretor Técnico da Innove Consultoria e Treinamentos;
· Instrutor e palestrante em diversos cursos;
· Consultor em Segurança do Trabalho em empresas do ramo de construção civil, mineração e telecomunicações.
Ha 13 anos atuando com gestão de segurança do trabalho.

 

 

 

Os artigos reproduzidos neste blog refletem única e exclusivamente a opinião e análise de seus autores. Não se trata de conteúdo produzido pela RSData, não representando, desta forma, a opinião legal da empresa.

 


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