-- Global site tag (gtag.js) - Google Ads: 800368142 -->
Compartilhe:
  •  
  •  
  •  
  •  

Ontem,  22/01/2020, na seção II pág. 14, foi publicada a RETIFICAÇÃO da Portaria nº 1.068, de 23 de setembro de 2019, (NR 03 – Embargos e Interdição), publicado no Diário Oficial da União de 24 de setembro de 2019, seção 1, página 57 e 58.

ONDE SE LÊ: “3.3.1 A caracterização do grave e iminente risco deve considerar:
a consequência, como o resultado ou resultado potencial esperado de um evento, conforme
Tabela 3.3; e
a probabilidade, como a chance de o resultado ocorrer ou estar ocorrendo, conforme Tabela
3.4.”,

LEIA-SE: “3.3.1 A caracterização do grave e iminente risco deve considerar:
a) a consequência, como o resultado ou resultado potencial esperado de um evento, conforme
Tabela 3.1; e
b) a probabilidade, como a chance de o resultado ocorrer ou estar ocorrendo, conforme Tabela
3.2.“;

ONDE SE LÊ: “3.3.11 Para estabelecer o excesso de risco, o Auditor-Fiscal do Trabalho deve seguir
as seguintes etapas:

primeira etapa: avaliar o risco atual (situação encontrada) decorrente das circunstâncias
encontradas, levando em consideração as medidas de controle existentes, ou seja, o nível total de risco
que se observa ou se considera existir na atividade, utilizando a classificação indicada nas colunas do lado esquerdo das Tabelas 3.3 ou 3.4;

segunda etapa: estabelecer o risco de referência (situação objetivo), ou seja, o nível de risco
remanescente quando da implementação das medidas de prevenção necessárias, utilizando a
classificação nas linhas da parte inferior das Tabelas 3.3 ou 3.4;

terceira etapa: determinar o excesso de risco por comparação entre o risco atual e o risco de
referência, localizando a interseção entre os dois riscos na tabela 3.3 ou 3.4”,

LEIA-SE: “

“3.3.11 Para estabelecer o excesso de risco, o Auditor-Fiscal do Trabalho deve seguir as
seguintes etapas:

a) primeira etapa: avaliar o risco atual (situação encontrada) decorrente das circunstâncias
encontradas, levando em consideração as medidas de controle existentes, ou seja, o nível total de risco que se observa ou se considera existir na atividade, utilizando a classificação indicada nas colunas do lado esquerdo das Tabelas 3.3 ou 3.4;
b) segunda etapa: estabelecer o risco de referência (situação objetivo), ou seja, o nível de risco remanescente quando da implementação das medidas de prevenção necessárias, utilizando a
classificação nas linhas da parte inferior das Tabelas 3.3 ou 3.4;
c) terceira etapa: determinar o excesso de risco por comparação entre o risco atual e o risco de referência, localizando a interseção entre os dois riscos na tabela 3.3 ou 3.4.”

BAIXE A RETIFICAÇÃO OFICIAL: RETIFICAÇÃO – PORTARIA Nº 1.068-2019 – NR 03


Compartilhe:
  •  
  •  
  •  
  •  

Deixe uma resposta

Open chat
1
Fale com nosso setor comercial! Como podemos te ajudar?