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O que precisa ter um plano de resposta a emergência para atender a NR 01?

Estamos chegando hoje ao 4º artigo sobre respostas a emergência. Nos textos anteriores, falei um pouco sobre simulado de emergência, resgate e salvamento conforme Norma Regulamentadora (NR) – 35 e as exigências da NR 01.

Não se preocupe. Caso tenha perdido os outros artigos, vamos deixar aqui link para você acessar os 3 artigos anteriores.

Neste artigo, vou apresentar algumas dicas para construção de um plano de resposta a emergência.

Vamos iniciar com 10 passos essenciais para a estruturação de um Plano de Resposta a Emergência (PAE):

1º: Levante os cenários de risco de sua empresa;

2º Defina a sua magnitude;

3º Defina a qualificação necessária para cada cenário;

4 º Levante o número estimado de pessoas afetadas;

5º Defina os recursos materiais necessários e meios de comunicação;

6º Defina a quantidade de pessoas para atuar;

7º Defina a responsabilidade de cada envolvido;

8º Estabeleça um cronograma para realização de simulados;

9º Defina periodicidade de revisão do plano;

10º Garanta que todos estejam cientes nas medidas a serem tomadas em cada situação.

Talvez, neste momento, você se pergunte:

Quais  seriam os tópicos que devem conter um Plano de Resposta a Emergência para atender não somente a NR 01 mas também outras normas?

De uma maneira geral, entendo que o plano deve possuir no mínimo estes 12 itens:

  1. Ter a referência técnico-normativa utilizada;
  2. Ter nome e função do(s) responsável(eis) técnico(s) pela elaboração e revisão do plano;
  3. Estabelecimento dos possíveis cenários de emergências, com base nas análises de riscos;
  4. Procedimentos de resposta à emergência para cada cenário contemplado;
  5. Cronograma, metodologia e registros de realização de exercícios simulados;
  6. Área de impacto de cada emergência;
  7. Localização de equipamentos e materiais necessários para as operações de emergência e prestação de primeiros socorros;
  8. Descrição da composição e os procedimentos de operação das equipes de emergência para atuar nos cenários descritos e recursos a serem utilizados;
  9. Plano de treinamento das equipes de emergência;
  10. Definição de sistema de comunicação, sinalização e alerta de emergência, abrangendo o ambiente interno e externo;
  11. A articulação da empresa com órgãos da defesa civil e bombeiros;
  12. Definição de como será apresentado a todos os trabalhadores o PAE.

 

Com isso, chegamos ao fim da nossa série de artigos sobre o Plano de Emergência. Claro que isso não esgota o assunto, somente inicia a discussão sobre este ponto.

Espero que estes quatros pequenos artigos tenham ajudado você a estabelecer algumas ações para controle de emergências em sua organização.

E para concluir não podia faltar a nossa dica de gestão:

Comece hoje mesmo a construir um plano de emergência para a sua empresa. Lembre-se que este plano deve ser personalizado para a realidade da sua organização.

aso não esteja, inicie o processo de levantamento e um plano de adequação.

 

Wesley Silva
· Engenheiro de Produção e de Segurança do Trabalho;
· Pós-graduado em Ergonomia e Direito Trabalhista e Previdenciário;
· Diretor Técnico da Innove Consultoria e Treinamentos;
· Instrutor e palestrante em diversos cursos;
· Consultor em Segurança do Trabalho em empresas do ramo de construção civil, mineração e telecomunicações.
Ha 13 anos atuando com gestão de segurança do trabalho.

 

 

 

 

Os artigos reproduzidos neste blog refletem única e exclusivamente a opinião e análise de seus autores. Não se trata de conteúdo produzido pela RSData, não representando, desta forma, a opinião legal da empresa.

 

 

 

 

 

 


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