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Segurança e Saúde Ocupacional – PE

A hora é agora: planejamento estratégico para a sua Organização!

Do·mí·ni·o – (latim dominium)
Faculdade de usar e dispor livremente do que é próprio. Conhecimento, influência, poder, superioridade. Autoridade pelo saber, poder, mando. Esfera de ação, competência para desenvolver e gerar resultados.

“Quem tem a qualidade da assertividade sobre dizer não àquilo que fere sua integridade e contraria seus valores, mas faz isso sem agredir nem desrespeitar o outro.”
– Leila Navarro

No Brasil, trabalhamos com pseudo verdades a partir da existência um pensamento coletivo (que deveria ser erradicado) que diz que o ano só começa após o carnaval.

No “novo normal” o carnaval deste ano não existirá, então, não espere o pós carnaval para desligar o “stand by“, a hora é agora! E a melhor forma de começar o ano, para qual ainda não começou, é com o Planejamento Estratégico para este e para os seguintes anos.

Confira neste artigo, uma pequena amostragem com passos fundamentais para criar o Planejamento Estratégico de sua Organização.

O seu GRO – Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (Documento Teórico), deve considerar todos os aspectos, os impactos, o alcance, a abrangência e os reflexos para o gerenciamento de riscos ocupacionais, diante de tantos e importantes desafios de um modelo padrão internacional de qualidade para a Gestão e o Gerenciamento de riscos – a ISO 45001.

Etapas do Planejamento Estratégico

A imagem acima exemplifica bem quais são as etapas de um Planejamento Estratégico, vamos conferir na sequência um pouco mais sobre cada uma delas. 

O que você vai encontrar neste artigo:

  1. Definira Missão, Visão e Valores de sua Organização;
  2. Definir os Objetivos Estratégicos;
  3. Definir os Objetivos Táticos (Metas e Indicadores Estratégicos) pelos quais serão mensurados o processo de “Melhoria Contínua”;
  4. Definir os Objetivos Operacionais (Plano e Cronograma de Ação;
  5. Elaborar e Gerenciar um Orçamento Organizacional.

RSData software de sst

1. Definir a Missão, Visão e Valores da empresa

O primeiro movimento de qualquer PE – Planejamento Estratégico é definir a MissãoVisão e Valores da organização. Este passo é que dá o “norte”, o rumo a ser seguido. Sem estas definições, o restante do planejamento perde o sentido.

  • Missão: é a declaração sobre o que a organização é, qual seu propósito fundamental, a finalidade ou razão de sua existência, o motivo pela qual foi criada. A missão define a identidade da empresa e não costuma mudar ao longo do tempo. Por exemplo, a legislação atual sinaliza para a simplificação, harmonização e desburocratização dos processos, inclusive “Simplificar o Planejamento Financeiro das organizações”.
  • Visão: representa um estado futuro para a organização, onde ela deseja chegar, o que quer alcançar. Diferente da missão, a visão é criada para um período de tempo pré-determinado, portanto a visão pode mudar ao longo do tempo, de acordo com o momento que organização se encontra. Por exemplo, a Kopenhagen, tem como visão “Ser um grupo competitivo que atue de forma abrangente no segmento alimentício, através de um portfólio de produtos com qualidade, representado por marcas fortes, com características e propostas únicas”.
  • Valores: são princípios, ou crenças, que servem de guia, ou critério, para os comportamentos, atitudes e decisões de todas e quaisquer pessoas, que no exercício das suas responsabilidades, e na busca dos seus objetivos, estejam executando a missão, na direção da visão. Alguns exemplos de valores: respeito, confiança, comprometimento, responsabilidade etc.

A sua Organização já tem bem definido a sua MissãoVisão e Valores? Ótimo! Basta apenas revisar e ajustar caso necessário para o campo da SSO, mas se a organização ainda não pensou sobre isto e documentou devidamente, é fundamental reunir os sócios, conselho ou diretoria e começar com esta definição antes de seguir adiante.

E lembre-se: a missão, visão e valores, precisam ser compartilhados e compreendidos por todos na organização e não ficar apenas com a alta administração ou ir parar no fundo de uma gaveta ao final do planejamento, tipo o famigerado PPRA.

2. Definir os Objetivos Estratégicos

Visão da Organização definida? Com base na Visão estabelecida no passo anterior, é hora de definir os Objetivos Estratégicos para a organização.

Os Objetivos Estratégicos (O que fazer) são as metas globais e amplas da organização e devem estar diretamente relacionadas a missão da empresa, ou seja: a cada Objetivo Estratégico alcançado, a empresa deve caminhar para mais perto de alcançar sua visão. Resta claro o “alinhamento do Objetivo Estratégico” com a consolidação da evolução e da melhoria contínua.

Alguns exemplos de objetivos estratégicos:

  • Aumentar a satisfação dos clientes em 20%;
  • Reduzir os custos produtivos em 15%;
  • Elevar o índice de capacitação dos funcionários em 30%.

DICA: comece sempre pela definição dos objetivos com um verbo e quantifique-os, ou seja: o quanto que eu quero evoluir, melhorar, consolidar neste ciclo de melhoria.

3. Definir os Objetivos Táticos (Metas, Target, Alvo)

Os Objetivos Táticos são os objetivos que abrangem cada unidade específica da organização. São geralmente objetivos divisionais ou departamentais relacionados com as áreas de produção, Segurança e Saúde Ocupacional, finanças, marketing e de recursos humanos da organização.

Os Objetivos Táticos devem ser criados de forma a garantir que os Objetivos Estratégicos sejam alcançados.

Alguns exemplos:

  • Garantir que os pedidos de clientes sejam atendidos em no máximo 48 horas;
  • Garantir que nenhum produto com defeito seja comercializado (estabelecer padrões, técnicas & práticas aceitáveis);
  • Garantir que 100% dos funcionários possuam capacitação adequada para a ocupação.

4. Definir os Objetivos Operacionais (Planos e Cronograma de Ação)

Já os Objetivos Operacionais são os objetivos específicos e voltados para a execução das operações da organização referem-se geralmente a cada tarefa ou operação especificamente.

Os Objetivos Operacionais devem ser criados em formato de projetos ou planos com cronograma de ação, como subdivisões dos Objetivos Táticos. Ou seja, são as ações que precisarão ser feitas para garantir que os objetivos táticos sejam alcançados.

Exemplos:

  • Implantar um sistema (Software) para a Gestão e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
  • Implantar um programa de qualidade total;
  • Fechar parceria com uma universidade para capacitar os funcionários.

5. Elaborar um Orçamento Organizacional

Um dos principais elementos de Gestão e do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais é definir as metas e os indicadores pelos quais serão mensurados a evolução e a melhoria contínua.  É imperioso este “Demonstrativo de Resultados” a fim de evidenciar o retorno do investimento, o entendimento e o atendimento das necessidades e expectativas de todos os envolvidos (Investidor, Trabalhador, Governo – Requisitos legais e a sociedade).

“O Orçamento Organizacional é a tradução do Planejamento Estratégico em números”.

Talvez ainda hoje, um dos maiores responsáveis pelo atraso do SSO no Brasil, seja a utilização de modelos viciados, que se desviaram da Planejamento Estratégico e a dificuldade de evidenciar a SSO através de demonstrativo de resultado convincente aos investidores, trabalhadores, Governo e a Sociedade.

Esta falta de visibilidade da importância de nosso Trabalho em Segurança e Saúde Ocupacional, nos relegou a segundo plano com eventuais “prioridades” e nunca UM VALOR intrínseco e indissociável da sustentabilidade do negócio.

O Novo Normal, exigirá de cada um de nós um pouco mais. Deixar o “modus operandi”, a zona de conforto e migrar definitivamente para uma ‘nova turma”, onde o seu trabalho possa evidenciar pelos padrões de qualidade e melhoria contínua, a consolidação de resultados obtidos pelo adequado emprego de modernas técnicas & práticas de gestão e gerenciamento de riscos ocupacionais.

O novo profissional de SSO torna-se um avançado “GESTOR”. Um gestor que de fato entende para atender necessidades e expectativas de todas as partes envolvidas (Investidor, Trabalhador, Governo e Sociedade).

Adaptado e baseado no Artigo de Daniel Fernandes

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Os artigos reproduzidos neste blog refletem única e exclusivamente a opinião e análise de seus autores. Não se trata de conteúdo produzido pela RSData, não representando, desta forma, a opinião legal da empresa.

 


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