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3.1  GESTÃO DE MUDANÇAS

 O Gerenciamento de Mudanças é parte integrante do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos NR 1), dentro da Diretriz de Gestão de Riscos Ocupacionais deste estabelecimento. A partir da avaliação de riscos ocupacionais relativos aos perigos identificados estabelece rigorosos critérios para o controle de “entradas” através dos protocolos de aprovação específicos.

 

A verificação      e          planejamento  deve    atender           alguns principais            requisitos condicionantes a sua aprovação:

Quais Impactos e reflexos que se pode esperar com a mudança requerida ao negócio e/ou ao cliente?

Quais são os Efeitos no desempenho, capacidade e performance, infraestrutura, confiabilidade e resiliência, planos de contingencia e segurança nesta nova realidade?

Há algum Impacto em outros serviços? Quais?

Quais os prováveis reflexos ou efeitos de mudanças não implementadas? Quais são os recursos requeridos e disponibilidade deles?

3.2  ANTECIPAÇÃO DE RISCOS

 A antecipação de riscos ambientais é a primeira etapa de qualquer processo de gestão de riscos ocupacionais. Traz uma abordagem pró-ativa, uma abordagem com busca ativa de situações ou condições de riscos que podem gerar perigos ao estabelecimentos, negócios, meio ambiente e pessoas. Trata-se de “prevenção” ou ação de pré ver, ver antes, chegar antes, mudar rumos e a história dos acontecimentos. Um processo organizado e análise preventiva aplicável a gestão de mudanças, seja processos, máquinas, equipamentos, ferramentas, matérias primas, ambientes, produtos e /ou pessoas.

Nenhum novo “RISCO/AMEAÇA” será admitido antes de ser devidamente examinado e aprovado pela equipe gestora, inclusive com a participação da CIPA onde houver. É desaconselhável qualquer mudança que, segundo o critério de qualificação escolhido no sistema da matriz AIHA, adicione riscos/ameaças ao ambiente sem o devido Tratamento.

3.3     FLUXOGRAMA PROCESSO DE GESTÃO DE MUDANÇAS

3.4     AVALIAÇÃO PARA ACEITAÇÃO DO RISCO NBR 531:2005

Exemplo Ferramenta Aplicável

 

3.5     CLASSIFICAÇÃO DO RISCO MENOR (PEQUENO), MÉDIO OU MAIOR (GRANDE)

3.5.2  CATEGORIZAÇÃO PARA    GRAVIDADE    DE          DANOS                        (Consequência             ou Intensidade)

3.5.3  PROBABILIDADE DA OCORRÊNCIA DO EVENTO

3.6 PRIORIZAÇÃO DAS MEDIDAS DE CONTROLE INICIA PELA CATEGORIA MAIS ELEVADA

3.6.1 Segue a tabela de situações de Exposição para agentes (químicos e físicos) Quantitativos

Somente a busca sistemática e continua poderá assegurar padrões consolidados de melhorias em SST.

Pedro Valdir Pereira
Consultor de Saúde e Segurança do Trabalho
Instrutor de Treinamentos Credenciado pelo Corpo de Bombeiros/ RS Matrícula  000185/2011 e  00379/2013
Técnico Internacional em Emergências Químicas  – Especialista  pela NFPA 472 – HazMat Technician Standard  for Professional Competence of Responders to Hazardous Materials Incidents – Technician Level – transportation technology center, University of Texas – inc. USA
Safety Technician – Ergonomics, Occupational hygienist, Health and Safety
Delegado Eleito para representar o RS na Conferência Nacional de Defesa Civil – Brasília em NOV 2014

 

 


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