Quais cuidados que os grupos 2 e 3 devem ter para enviar os eventos de SST ao eSocial?

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Como já falamos em artigos anteriores, o eSocial tem a missão de centralizar informações trabalhistas e previdenciárias das empresas, facilitando a rotina dos empregadores, empregados e governo. 

Porém, desde que o Sistema foi proposto para a sociedade, muitas incertezas surgiram também. Para esclarecê-las, reunimos aqui quais cuidados que os grupos 2 e 3 devem ter para enviar os eventos de SST ao eSocial.

 

Quem são os grupos 2 e 3?

O grupo 2 representa as entidades empresariais NÃO optantes pelo Simples Nacional, com faturamento inferior a R$ 78 milhões em 2016. Já o grupo 3 são aqueles empregadores optantes pelo Simples Nacional, empregadores pessoa física (exceto doméstico), produtor rural PF e entidades sem fins lucrativos.

O grupo 2 deve enviar: 

  • Eventos de tabela, não periódicos e periódicos – já implantados;
  • 10/01/2022 (a partir das oito horas) – Eventos de SST – Saúde e Segurança do Trabalhador.

O grupo 3 deve enviar:

  • Eventos de tabela e não periódicos – já implantados;
  • Eventos Periódicos (folha de pagamento) – S-1200 a S-1299 – Já implantados a partir de 10/05/2021;
  • 10/01/2022 (a partir das oito horas) – Eventos de SST – Saúde e Segurança do Trabalhador.

Leia também o nosso artigo 50 tons de liberdade.

O primeiro passo para esses grupos é focar no planejamento. Acredite, a única coisa que não se modificou foi a necessidade de investir em tecnologia para a gestão de SST, não somente porque fica mais fácil gerir os cuidados que precisam ser redobrados com o empregado no momento atual, mas também em relação a questões de conformidade (como o próprio e-Social, que não tira férias por causa da pandemia.

Além disso, quando a empresa conta com a ajuda de uma empresa especializada em segurança e saúde laboral, o cumprimento das metas propostas pelos programas de SST (PGR, PCMSO, LAUDO DE INSALUBRIDADE / PERICULOSIDADE, LTCAT e outros) é feito com tranquilidade.

Isso significa que os problemas futuros são evitados e as surpresas previstas para ação imediata. Aliás, essa reunião dos documentos no sistema evita prestações de contas duplicadas e inconsistências nos dados. Afinal de contas, as multas são pesadas para quem não gerar as informações de forma correta.

Na prática, como isso funcionará?

Na prática, quando concluída a implementação do projeto, o eSocial se transformará em um sistema unificado de folha de pagamento digital, por meio do qual a empresa fornecerá todos os dados pertinentes aos trabalhadores aos órgãos competentes.

Além da simplificação, o projeto prevê aumentar a segurança dos dados e também proverá o Governo Federal informações mais precisas a respeito da movimentação dos trabalhadores no mercado de trabalho.

Quer saber como a RSData pode ajudar com envios do eSocial para órgãos públicos? Leia aqui.

Toda mudança exige planejamento

O cenário atual é composto por gerenciar negócios, ações, prevenções, tomar decisões e manter a produtividade, com segurança e acuracidade, ainda que sem a possibilidade de contar com a presença e a circulação normais em um ambiente de trabalho.

Diante disso, se você ainda tem dúvidas sobre a importância de investir em tecnologia, posso afirmar que a segurança é a saúde do ambiente de trabalho. Tendo isso, o diretor da empresa tem a segurança que o trabalhador não vai adoecer e estará prevenido para acidentes. 

O lado positivo para o empresário é a segurança de não ter autuações ou multas. Para o colaborador, claro, é a certeza de que está de fato seguro em seu local de atuação.

Gerenciando de forma eficaz a segurança de sua empresa com a RSData

As organizações precisam dar mais atenção ao tema e parar de pensar que Segurança e Saúde do Trabalho servem apenas para admitir e demitir funcionários. 

Em suma, sistemas de gestão de SST, como o da RSData, facilitaram o gerenciamento de rotinas ligadas ao tema, incluindo o PPP, entregam recursos de prontuário eletrônico e atendimento médico, funções ligadas a audiometria e CIPA, funcionalidades da área financeira (para gestão dos movimentos financeiros, com geração de nota fiscal eletrônica de serviço e boletos de cobrança) e biometria (com criptografia de informação na gestão de EPI), entre outros.

Se tudo isso for interligado a uma base legal vinculada ao próprio software, estaremos falando do melhor dos mundos. Isso trará, com a facilidade de operação, confiabilidade, segurança e rastreabilidade  da informação, também produtividade e agilidade aos processos de SST.

 

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