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Hoje falaremos sobre um importante conceito básico de riscos que deve ser muito bem entendido para a compreensão do todo da Gestão e Gerenciamento. Desta forma vamos direto ao conceito de risco para posteriormente entender o seu papel dentro do gerenciamento de SST. O risco é a PROBABILIDADE de um evento – previsto ou não – ocorrer. Sendo assim, só a ideia de que algo possa se tornar realidade, já da base para a configuração do risco, e como não é algo previsível, sempre tem um caráter de alerta e que deve ser monitorado. Entendido este conceito vamos então responder a pergunta do título deste artigo e depois discorrer sobre a importância deste tema na atual realidade que vivemos com as modificações que estão ocorrendo nas Normas Regulamentadoras. Os riscos ambientais como a própria palavra diz, são riscos inerentes ao ambiente, e pensando em SST, podemos listar os riscos: Físicos, Químicos, Biológicos, Ergonômicos, Mecânicos e de Acidentes, que dependendo de sua intensidade, concentração, tempo de exposição e a falta de medidas de proteção coletiva ou individual podem vir a causar problemas no profissional exposto a ele. Desta forma o seu gerenciamento tem uma importância extremamente alta para a proteção da saúde do trabalhador que é o cerne da Gestão de SST. Neste artigo, destacaremos então os riscos ambientais e ocupacionais.

Riscos Ambientais para Riscos Ocupacionais. A Gestão, O Gerenciamento e a Execução – PGR com melhoria contínua. Vamos mudar de turma?

 “A partir da década de 90 nos acostumamos a olhar a Segurança e Saúde no Trabalho – SST, sob o conceito “ambiental“, diga-se daquilo que é relativo ao “ambiente“. Sabidamente se consolidaram os Laudos Técnicos, tipos Laudo de Insalubridade, Laudo de Periculosidade na esfera da legislação Trabalhista (CLT) e o LTCAT, na esfera da legislação previdenciária. Neste contexto surgem e se proliferam exacerbadamente os “Pês”. Isso mesmo, os “programas”. Na exata dimensão do famoso vídeo que circulou amplamente pela internet, onde um famoso empresário brasileiro – verde e amarelo, da pátria amada, trata-se de processos confusos, burocrático, redundantes, entrave ao desenvolvimento uma verdadeira “p……ria. Pra maioria dos estabelecimentos, apenas um documento de gaveta tipo control C/ control V para uma rara e eventual fiscalização poder demonstrar. Nesta esteira, por quase 40 anos de multiplicaram os “programas“, tipo PPRA, PCMSO, PCA, PGR, PCMAT, PGRSSMATR, PPR e assim por diante.

No início deste ano, na esteira das atualizações das NRs, clamadas naquele vídeo reunindo políticos e empresários, onde a eficácia e real contribuições da SST foi severamente questionada, nasce um novo projeto focado na Gestão e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Diz-se daquilo relativo à atividade, tarefa, ocupação. Percebe-se, mudança de foco. A Nova NR 01, espelhada na ISO 45001 – Requisitos e padrões internacionais para A GESTÃO, e O GERENCIAMENTO e de riscos ocupacionais, ou seja, deixa de centrar no “ambiental” passa a ser mais preciso, cirúrgico, um olhar cujo o enfoque é voltado muito mais para a tarefa do que ao ambiente. Não se limita a produzir papel, exige compromisso com as expectativas das partes envolvidas, demonstrativos de desempenho acentuando-se a melhoria continua, capacidade de gestão e gerenciamento, ouvir e registrar a participação dos trabalhadores e empregados, inventário de riscos, dimensionamento do risco ocupacional (e não o ambiental) vinculados ao perigo, planejamento e priorização de medidas de controle. Na apresentação das Portarias 6730, 6734 e 6735 editadas em Março próximo passado com prazo de preparação para entrar em vigor em Março de 2021, mesma data que o mundo passa a receber a publicação dos padrões e requisitos da nova ISO 45001 – Gestão  de Riscos Ocupacionais, temos no Brasil, um divisor de águas, um separador de turmas. O profissional de SST será demandado neste novo cenário pós pandemia – mais seguro, saudável e preparado, para atender os verdadeiros requisitos e padrões para A Gestão de riscos Ocupacionais. Os desdobramentos desta Diretriz, ensejará as melhores práticas & técnicas para o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais – O GRO (  elaborando a estruturação do PGR – “Programa” de Gerenciamento de Riscos com o Inventário de Riscos e o Plano com Cronograma de ação, ouvindo o trabalhador e dentro de um processo contínuo e sistemático de melhoria da SST.

Estamos mudando de turma, construindo A Gestão, O Gerenciamento e os “Programas” com planejamento, controle e melhoria contínua espelhados em padrões e requisitos internacionais.”

 

Somente a busca sistemática e continua poderá assegurar padrões consolidados de melhorias em SST.

Pedro Valdir Pereira
Consultor de Saúde e Segurança do Trabalho
Instrutor de Treinamentos Credenciado pelo Corpo de Bombeiros/ RS Matrícula  000185/2011 e  00379/2013
Técnico Internacional em Emergências Químicas  – Especialista  pela NFPA 472 – HazMat Technician Standard  for Professional Competence of Responders to Hazardous Materials Incidents – Technician Level – transportation technology center, University of Texas – inc. USA
Safety Technician – Ergonomics, Occupational hygienist, Health and Safety
Delegado Eleito para representar o RS na Conferência Nacional de Defesa Civil – Brasília em NOV 2014

 

 


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