SST 3.0 – SST na 3ª Geração de Saúde do Trabalhador

Posicionar-se com autoridade na vanguarda da gestão por desempenho e escapar das limitações cartoriais e inférteis da 2ª Geração de Saúde do Trabalhador

Escrituração Fiscal e dos Princípios Contábeis Aplicáveis à SST

O login e senha para entrar na SST 3.0 é Escrituração Fiscal e dos Princípios Contábeis Aplicáveis à SST. Fundamental a compreender e interpretar os princípios contábeis aplicáveis à escrituração fiscal digital que lastreiam os registros e arrecadações tributários decorrentes do SAT, GIILDRAT, FACET, FAP, EFD-Reinf, eSocial e GFIP e respectivas obrigações acessórias, bem como articular esses fatos contábeis às demonstrações ambientais a serem customizadas a esses princípios. Em paralelo discernir e interpretar sobre aplicação normativa segundo ramos do direito tributário, previdenciário, ambiental, sanitário para muito além da regra trabalhista. A senha é dominar princípios contábeis como prudência, oportunidade, competência, registro valor original, materialidade, circularização e rastreabilidade impõem revolução na forma atual de lidar com documentos, avaliações e comprovações para fins escrituração fiscal digital do PPRA, CAT, LTCAT, PPP papel e magnético (eSocial) que lastreiam os registros e arrecadações tributários.

Enxergar o coletivo para dizer o individual – Indicadores Epidemiológicos de SST

Uma vez dentro do sistema com login e senha (Escrituração Fiscal e dos Princípios Contábeis Aplicáveis à SST), há que avançar na construção e operação de painéis de controles e indicadores monitoráveis (dashboard e KPI). Neste ponto comparece ao profissional prevencionista todo arsenal conferido pela epidemiologia e seus achados, dentre eles o NTEP.  Domínio sobre principais bases dessa ciência e projetos de delineamentos permitem instrumentalizar sistemas de controles, que melhorarão em muito a gestão de absenteísmo, redução de doenças do trabalho e consequente diminuição de tributos incidentes sobre meio ambiente do trabalho, sem contar com a capacitação para fazer contestação afiada ao NTEP. Para isso deve-se conhecer as definições de: Caso, População, Incidência, Incidência dos Expostos; Incidência dos Não-Expostos; Risco Relativo-RR; Prevalência Geral -PG, Prevalência por CNAE-Classe – PC, Razão de Prevalência – RP, Frações Etiológicas dos Expostos – FE-Exp e Populacional – FE-Pop. Finalmente conhecer a novíssima Matriz do NTEP com dados de 2000 a 2016 e seus desdobramentos judiciais e jurisprudências, com vistas aos casos como da GM do Brasil que para apenas um trabalhador, recebeu um condenação de quase R$ 1 milhão.

Entendendo o Direito aplicável à SST para fazer direito

Grande revolução aconteceu na virada da 2ª para 3ª geração: a CRFB-88. Por esse novo pacto social na carta máxima do Brasil, Saúde do Trabalhador e Meio Ambiente do Trabalho nascem como institutos jurídicos integrados em vários ramos do direito para garantir a concretude dessas novidades na área de SST, que deixa de ser SST da segurança do trabalho e assume o rótulo de SST da saúde do trabalhador. Nesse novo guarda-chuva de tutelas constitucionais é fundamental discernir sobre as normativas precedentes à SST, como as normas do direito tributário, previdenciário, ambiental, sanitário, com precedência sobre as normas trabalhistas, que continuam em vigor, porém abaixo daquelas eminentemente de direito público, no qual o interesse coletivo se sobrepõe ao privado. Mas não basta discernir: há que se interpretar e aplicar esse novo esquema jurídico. Nesse contexto a leitura sobre a documentação ambiental (PPP, LTCAT, Programas de Gestão de Risco, CAT, ASO, GFIP, eSocial, EFD-Reinf) assume dimensão revolucionária quando comparada à 2ª geração. Para superar o problema e se apropriar das oportunidades colocadas à disposição na 3ª geração deve-se romper o lacre ainda reinante da 2ª geração que se baseia na segurança do trabalho e não na saúde do trabalhador, organizada nas empresas, sem qualquer preocupação de performance, tendo o SESMT como mero apêndice, a CAT como a vassala e o EPI como um deus. Essa cultura introduzida no Brasil em 1967 induz ao empobrecimento intelectual dos operadores, a uma produção de papel sem qualquer rastreabilidade e um completo descolamento entre SST e o negócio empresarial, que de resto faz com que SST passe longe das metas corporativas. Para escapar disso é necessário compreender que nesta nova geração constitui uma totalidade de práticas e saberes voltados aos resultados e desempenhos corporativos na perspectiva do meio ambiente do trabalho. Nesse contexto só será possível operar SST se houver integração dos conhecimentos das ciências contábeis, saúde, tecnologias da informação, engenharias e jurídicas. Mas integrar não basta, há que se conhecer minimamente tais áreas, de forma a permitir a articulação, racionalização para então integrá-las.

Escrituração Fiscal e dos Princípios Contábeis Aplicáveis à SST

O login e senha para entrar na SST 3.0 é Escrituração Fiscal e dos Princípios Contábeis Aplicáveis à SST. Fundamental a compreender e interpretar os princípios contábeis aplicáveis à escrituração fiscal digital que lastreiam os registros e arrecadações tributários decorrentes do SAT, GIILDRAT, FACET, FAP, EFD-Reinf, eSocial e GFIP e respectivas obrigações acessórias, bem como articular esses fatos contábeis às demonstrações ambientais a serem customizadas a esses princípios. Em paralelo discernir e interpretar sobre aplicação normativa segundo ramos do direito tributário, previdenciário, ambiental, sanitário para muito além da regra trabalhista. A senha é dominar princípios contábeis como prudência, oportunidade, competência, registro valor original, materialidade, circularização e rastreabilidade impõem revolução na forma atual de lidar com documentos, avaliações e comprovações para fins escrituração fiscal digital do PPRA, CAT, LTCAT, PPP papel e magnético (eSocial) que lastreiam os registros e arrecadações tributários.

Enxergar o coletivo para dizer o individual – Indicadores Epidemiológicos de SST

Uma vez dentro do sistema com login e senha (Escrituração Fiscal e dos Princípios Contábeis Aplicáveis à SST), há que avançar na construção e operação de painéis de controles e indicadores monitoráveis (dashboard e KPI). Neste ponto comparece ao profissional prevencionista todo arsenal conferido pela epidemiologia e seus achados, dentre eles o NTEP.  Domínio sobre principais bases dessa ciência e projetos de delineamentos permitem instrumentalizar sistemas de controles, que melhorarão em muito a gestão de absenteísmo, redução de doenças do trabalho e consequente diminuição de tributos incidentes sobre meio ambiente do trabalho, sem contar com a capacitação para fazer contestação afiada ao NTEP. Para isso deve-se conhecer as definições de: Caso, População, Incidência, Incidência dos Expostos; Incidência dos Não-Expostos; Risco Relativo-RR; Prevalência Geral -PG, Prevalência por CNAE-Classe – PC, Razão de Prevalência – RP, Frações Etiológicas dos Expostos – FE-Exp e Populacional – FE-Pop. Finalmente conhecer a novíssima Matriz do NTEP com dados de 2000 a 2016 e seus desdobramentos judiciais e jurisprudências, com vistas aos casos como da GM do Brasil que para apenas um trabalhador, recebeu um condenação de quase R$ 1 milhão.

Entendendo o Direito aplicável à SST para fazer direito

Grande revolução aconteceu na virada da 2ª para 3ª geração: a CRFB-88. Por esse novo pacto social na carta máxima do Brasil, Saúde do Trabalhador e Meio Ambiente do Trabalho nascem como institutos jurídicos integrados em vários ramos do direito para garantir a concretude dessas novidades na área de SST, que deixa de ser SST da segurança do trabalho e assume o rótulo de SST da saúde do trabalhador. Nesse novo guarda-chuva de tutelas constitucionais é fundamental discernir sobre as normativas precedentes à SST, como as normas do direito tributário, previdenciário, ambiental, sanitário, com precedência sobre as normas trabalhistas, que continuam em vigor, porém abaixo daquelas eminentemente de direito público, no qual o interesse coletivo se sobrepõe ao privado. Mas não basta discernir: há que se interpretar e aplicar esse novo esquema jurídico. Nesse contexto a leitura sobre a documentação ambiental (PPP, LTCAT, Programas de Gestão de Risco, CAT, ASO, GFIP, eSocial, EFD-Reinf) assume dimensão revolucionária quando comparada à 2ª geração.

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