-- Global site tag (gtag.js) - Google Ads: 800368142 -->
Compartilhe:
  •  
  •  
  •  
  •  

Começa hoje, aqui no blog da RSData, uma série de publicações sobre as novas formas de trabalho e seus impacto sobre a segurança e saúde dos trabalhadores. Os textos são assinados por Alexandre Pinto da Silva, Engenheiro Eletricista e de Segurança do Trabalho, Higienista Ocupacional certificado pela ABHO0095, que trabalha há 29 anos na Cemig e é professor de Pós-Graduação do curso de Engenharia de Segurança do Trabalho e Higiene Ocupacional, tendo 04 livros publicados sobre saúde e segurança do trabalho, além de mais de 30 artigos técnicos na área de saúde, segurança e qualidade de vida no trabalho, entre outras credenciais de peso que você confere ao final deste artigo.

Na abertura da série, teremos hoje um texto sobre como o avanço da tecnologia impacta o universo do trabalho, chegando a modalidades como o Teletrabalho, ou seja, toda atividade que pode ser realizada fora do local tradicional de trabalho, com uso de tecnologia que permita a realização desta.

Acompanhe.

 

Resumo

Diante do avanço da tecnologia, os impactos ocorridos no mundo do Trabalho merecem uma atenção especial, pois não se sabe ao certo, quais serão, em curto, médio e ao longo prazo, os impactos na saúde, segurança e qualidade de vida dos trabalhadores. Em se tratando apenas da segurança, podemos imaginar uma diminuição no número de acidentes do trabalho, aqueles que requerem uma melhor proteção coletiva, que atua no ambiente, no qual pode ser previsto o erro do trabalhador, podendo realmente prevenir o acidente. Quando partimos então para a saúde e qualidade de vida do trabalhador, as mudanças na organização do trabalho, onde os trabalhadores desenvolvem maiores atividades, que exigem grande concentração e cognição, os efeitos começam a se tornar um pouco mais preocupantes, pois o adoecimento mental relacionado ao trabalho, de pessoas, se mostra em franca ascensão, e frente a esse impacto é que devem ser focados os estudos prevencionistas, sobre as mudanças na organização do trabalho, como também repercussões nos processos de trabalho, na qualificação dos trabalhadores e nas próprias condições de trabalho, além da eliminação dos postos de trabalho, o que causa grande apreensão aos trabalhadores. Diante deste cenário, este artigo não trata de um caso específico de sucesso ou preocupação de uma organização, mas procura evidenciar, de forma qualitativa, quais são e serão os impactos na saúde e segurança dos trabalhadores, frente às novas formas de trabalho, baseado em várias fontes especializadas em saúde e segurança no trabalho.

 

  1. Introdução

O mundo está em constante mudança. Com isso, traz profundas alterações no mundo do trabalho, pois novas formas de trabalho vão surgindo enquanto outras vão desaparecendo. Atividades até então tidas como tradicionais estão perdendo importância, sendo que os trabalhadores devem estar em constante qualificação profissional para continuar inseridos no mundo laboral.

Em reportagem publicada pelo periódico El País no dia 19 de maio de 2019, versão Uruguaia, a economista Deirdre McCloskey, candidata a ganhar o prêmio Nobel de economia, afirma que a cada ano no mundo, um de cada sete empregos desaparece para sempre. E também diz que isso não é uma preocupação, porque sempre temos coisas para fazer, usando como exemplo a própria vida cotidiana, assegurando que, se negarmos à inovação, teremos pobreza para sempre (El País, 2019).

É muito importante destacar que a velocidade das mudanças tecnológicas, supera a velocidade de atualização das regulamentações necessárias ao uso seguro desses avanços.

A incorporação de novas tecnologias trouxe aumento da produtividade e melhor qualidade nos produtos, mas não sem um custo para a saúde e segurança dos trabalhadores.

Estamos vivendo uma grande transformação no mundo laboral, com o advento de novas formas de trabalho, mas isso não é uma novidade, pois desde a Revolução Industrial, onde o trabalho artesanal, produzindo produtos de forma manual, teve a inserção da máquina no processo produtivo, houve grandes impactos no mundo do trabalho na época, pois a produção visava apenas o lucro, não levando em conta as condições de trabalho de seus empregados.

Como outros exemplos de inserção de novidades que mudaram radicalmente o mundo do trabalho, pode ser citado também, já no século XIX, o surgimento do aço, o uso do petróleo, da energia elétrica, do telefone, produtos químicos, entre outros que trouxeram grandes avanços para a humanidade, mas também efeitos colaterais, que até os dias atuais continuam causando preocupação frente a seus impactos.

Já no século XX outros fatores contribuíram para grandes transformações no mundo do trabalho, como a grande depressão de 1929 (queda da bolsa de Nova York), as duas grandes guerras mundiais, o surgimento dos novos modelos de produção, como o Taylorismo, que buscou explorar ao máximo os recursos humanos, o Fordismo, que se caracterizou por criar a produção em série, onde as esteiras são quem determinam o ritmo da produção, e o Toyotismo, no qual o trabalhador deve ser polivalente, devendo desenvolver várias tarefas, ter o conhecimento de um todo dentro da empresa.

Todas essas novas formas de produção não levaram em conta, ou consideraram muito pouco os impactos causados na saúde e segurança dos trabalhadores, até porque, como está acontecendo no mundo contemporâneo, não se sabia o que realmente poderia acontecer, nem em prol das condições de trabalho, nem os seus efeitos colaterais.

É estimado que no mundo, é necessário a criação de aproximadamente 600 milhões de novos empregos até 2030, para se manter um desenvolvimento sustentável devido ao aumento da idade da população trabalhadora. Além disso, é necessário melhorar as condições de trabalho e os salários de 780 milhões de homens e mulheres (ILO, 2019).

O mercado de trabalho atual requer critérios de seleção de trabalhadores cada vez mais rígidos, como a capacidade de adequação às novas exigências trazidas pelas novas formas de trabalho, que começa a exigir não só grande integridade física, mas principalmente grande capacidade de raciocínio, de cognição, de inovação.

Com o advento do neoliberalismo, do estado mínimo, que não deve interferir, ou interferir o mínimo possível no mercado, no artigo intitulado “As Relações de Trabalho e o Panorama Sócio Econômico da Pós Modernidade”, Benedito Tuponi Júnior, Fábio Freitas Mainardi e Miriam Cipriani Gomes (2007), esclarecem que:

Indene de dúvidas, o neoliberalismo está arraigado no pensamento econômico mundial. Mudanças comportamentais são evidentes, especialmente nos modos de produção sempre objetivando a “maximização dos lucros.” O Estado passa a ser mínimo, para não dizer ausente nos países periféricos.

 

Os impactos advindos das novas formas de trabalho afetam não só a saúde e segurança dos trabalhadores, como também toda organização do trabalho, nos processos e condições laborais e na própria qualificação da força de trabalho, exigindo cada vez mais dos trabalhadores.

Acidentes e doenças do trabalho são totalmente evitáveis, se atuarmos diretamente na antecipação, na prevenção e no controle dos riscos ocupacionais. Esse mal ocasionado nos ambientes de trabalho causam grandes prejuízos financeiros para os países, para as empresas e sociedade, com prejuízos para a seguridade social, além do sofrimento do acidentado que pode se afastar do trabalho ou até mesmo se tornar inválido pelo resto de sua vida.

Segundo a própria Organização Internacional do Trabalho – OIT, ocorrem aproximadamente 270 milhões de acidentes de trabalho no mundo, com cerca de 2 milhões de mortes. Ainda segundo a OIT, os custos devido aos acidentes de trabalho não são quantificados de forma adequada, mesmo em países desenvolvidos em termos de saúde e segurança do trabalho. Aproximadamente 4% do Produto Interno Bruto – PIB mundial são perdidos, por ano, devido a acidentes de doenças do trabalho, podendo aumentar para 10% quando se trata de países em desenvolvimento (OIT, 2017).

Atualmente, há uma grande preocupação em relação aos impactos que serão causados com o avanço da tecnologia no mundo do trabalho, sendo denominada de 4ª revolução industrial ou indústria 4.0.

Com o avanço da tecnologia, novas formas de trabalho também vão surgindo, como o chamado Home Office, onde o trabalhador desenvolve suas atividades estando em casa, sem se deslocar até a empresa, ou o Teletrabalho que, diferentemente do modelo Home Office, pode ser desenvolvido de qualquer lugar, também não estando presente fisicamente na empresa. Os vínculos com o trabalho se tornam a cada dia menos formais, trazendo profundas alterações nas relações de trabalho entre empregador e empregado.

Com as novas formas de trabalho sendo introduzidas e trazendo grandes mudanças na organização do trabalho, muitos trabalhadores não tem condições de acompanhar as novas exigências do mercado de trabalho, que estão mais voltadas pelo aumento da produção, e pouco se preocupa com a  saúde e segurança dos trabalhadores. Com isso, aumenta o desemprego e discriminação desses trabalhadores, pois estes não atendem as expectativas das novas formas de trabalho introduzidas, e estes trabalhadores são sérios candidatos ao adoecimento mental.

Essa nova reestruturação do trabalho, trouxe imposições que se tornaram um problema no mundo laboral, como aumento das jornadas de trabalho, principalmente devido a diminuição de pessoal nos postos de trabalho, pagamento de prêmios por produção ou participação nos lucros da empresa, o que traz como consequência a ansiedade do trabalhador em se superar para ganhar mais, a intensificação do trabalho com o uso de máquinas mais modernas e velozes, e a própria terceirização, que traz grande precarização das condições de trabalho, pois as empresas, para tentar ganhar um contrato de prestação de serviço, tende a baixar o preço do serviço a ser prestado, retirando os investimentos na saúde e segurança de seus trabalhadores, tendo como consequência a piora nas condições de trabalho.

Alguns tipos e novas formas de trabalho ou atividade serão melhor detalhadas neste artigo, para que possa levar a reflexão do que está acontecendo atualmente no mundo do trabalho, e o que podemos fazer para controlar os riscos ocupacionais frente a este novo desafio da saúde e segurança do trabalho.

  1. O Teletrabalho

O chamado Teletrabalho pode ser considerado todo e qualquer trabalho que possa ser realizado fora do local tradicional de trabalho, com uso de tecnologia que permita a realização deste, não sendo mais necessária a presença física do trabalhador na empresa. Podemos então entender que o teletrabalho não é só o trabalho executado em casa, mas de qualquer lugar onde o trabalhador possa realizar suas atividades, mesmo através de um smartphone, um tablet, um notebook.

Para se conseguir êxito em qualidade de vida, é imprescindível que haja equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, para que as pessoas atinjam um status de bem-estar, se tornando pessoas mais produtivas sem ter sua saúde e segurança prejudicadas.

Se por um lado este tipo de trabalho traz mais liberdade para que o trabalhador gerencie melhor seu tempo, por outro pode precarizar as condições de trabalho, já que as empresas estão terceirizando estas atividades ou simplesmente contratando trabalhadores autônomos, que não possuem todos os direitos garantidos caso fossem trabalhadores próprios.

O Teletrabalho abre grandes possibilidades de flexibilização, como a facilidade de comunicação em grupo de modo virtual, mas por outro lado, “destrói” a fronteira entre a vida pessoal e a vida laboral, fazendo com que o trabalhador se torne um escravo dos equipamentos de conexão, como o uso do celular 24 horas por dia.

Algumas atividades desenvolvidas nas empresas são de difícil adequação, como por exemplo, uma linha de produção, onde há a necessidade da presença dos trabalhadores, porém, outras, como de análise de pedidos de compra, vendas, visitas a clientes, elaboração de planilhas de custos, são perfeitamente adaptáveis a este novo modelo de trabalho.

No Brasil, com o advento da Lei 13.467 de 2017, a questão do teletrabalho foi regulamentada, constando na Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT, através de um capítulo específico, deixando claro em seu artigo 75-E, que é responsabilidade do empregador orientar os trabalhadores nos assuntos relacionados a saúde e segurança no trabalho:

DO TELETRABALHO

Art. 75-E.  O empregador deverá instruir os empregados, de maneira expressa e ostensiva, quanto às precauções a tomar a fim de evitar doenças e acidentes de trabalho.

O interessante desses novos requisitos na legislação trabalhista brasileira é que, no Artigo 75E, ficou expresso que a orientação aos empregados em relação a prevenção de acidentes, e principalmente das doenças do trabalho é de responsabilidade do empregador. Como é um requisito novo, ainda não há dados para se saber com certeza como se dá esta orientação e se este realmente está obtendo êxito.

Neste novo cenário, tem-se uma diminuição de gastos devido a não necessidade de custear o deslocamento do empregado até a empresa, sendo benéfico para o empregador; trazendo também vantagens para o empregado, que igualmente se beneficia, pois não tem mais que se deslocar até o trabalho, com horas perdidas em engarrafamentos, principalmente em grandes centros urbanos, porém, a questão da saúde e segurança do trabalhador, principalmente a saúde mental deste deve ser considerada.

Na questão postural, no caso do mobiliário usado para o trabalho, caso este não seja adequado, essa condição pode ser a causa principal de várias consequências negativas ao trabalhador.

No Brasil em 2017, segundo dados da Previdência Social, foram aproximadamente 22.000 afastamento do trabalho com mais de 15 dias, sendo concedidos o chamado Benefícios Acidentários, tendo como causa algum tipo de doença relacionada a Lesão por Esforço Repetitivo – LER ou Doença Osteomuscular Relacionada ao Trabalho – DORT. Para se ter uma ideia do tamanho do prejuízo para a Previdência Social brasileira, este número representa cerca de 11% de todos os benefícios concedidos.

Caso não seja dada uma atenção especial neste requisito ergonômico, esse quadro pode se agravar.

Estando o trabalhador laborando em casa ou em qualquer outro lugar, pode passar a sensação de falso conforto, ou seja, o trabalhador fica fora dos programas prevencionistas da empresa, como a ginástica funcional, pausas para o cafezinho e descontração, e demais orientações de ergonomia, impactando na recuperação psicofisiológica deste trabalhador.

Outro problema é a questão da carga horária de trabalho, que é de difícil controle nessa nova forma de trabalho, podendo haver excessos que nem sempre serão visíveis. Imagine uma situação em que há um relatório a ser entregue, e o trabalhador tenta termina-lo a qualquer custo, o mais rápido possível, para poder desfrutar de mais tempo livre posteriormente, sem fazer pausas necessárias para a recuperação psicofisiológica. Se este trabalho fosse desenvolvido no ambiente da empresa, haveria um maior controle desta atividade, mas fora do ambiente da empresa, fica difícil fazer o trabalhador parar o que está fazendo.

Também o excesso de trabalho, estando o trabalhador em casa, pode fazer com que o mesmo não sinta fome ou sede, ou, devido ao trabalho, passe a comer em demasiado, ou a consumir bebida alcoólica, podendo trazer vários problemas como obesidade, problemas renais e o alcoolismo.

Vários outros problemas podem surgir com o advento do Teletrabalho, como por exemplo, a perda da capacidade de sociabilização, o estabelecimento de metas de difícil cumprimento, além de até conflitos familiares, principalmente no trabalho de Home Office, onde a família não encara o familiar que está inserido nessa nova forma de trabalho como um trabalhador, e sim como uma pessoa desocupada que está em casa! Se a própria família começa a encarar esse trabalhador como um desocupado, começa também a solicitar que este faça outras tarefas durante o dia. Isso pode fazer com que esta pessoa passe a trabalhar a noite, onde todos da casa estão dormindo, para poder produzir mais, o que pode trazer graves consequências para a saúde deste trabalhador.

Os trabalhadores podem começar a se tornar estressados, deprimidos, podendo culminar no desenvolvimento da Síndrome de Burnout, que é o esgotamento total culminado pelo trabalho.

Como medidas de controle, é de fundamental importância que um profissional de saúde e segurança do trabalho vá até o local onde será prestado o Teletrabalho, e faça uma avaliação das condições de trabalho do local, como mobiliário, iluminação, ruído, entre outros, porém, no dia a dia esse controle fica extremamente difícil.

Vários pontos ainda necessitam de maior clareza para o Teletrabalho, como por exemplo, um trabalhador que realiza este tipo de trabalho para mais de uma empresa. Neste caso, não fica claro qual empresa é a responsável por orientar o trabalhador quanto as questão de saúde e segurança no trabalho, como por exemplo a questão da carga horária excessiva, os perigos da má postura e do adoecimento mental.

A sociedade como um todo pode se beneficiar do Teletrabalho, pois, por exemplo, diminuindo o número de veículos nas ruas, diminui-se também a poluição, o ruído provocado pelos veículos, além de trazer melhora no já conturbado trânsito nos grandes centros urbanos, melhorando a mobilidade urbana.

O Teletrabalho já é uma realidade que se expande rapidamente, principalmente em países já desenvolvidos, porém, sua expansão deve ser melhor discutida e acompanhada, aplicando  os conhecimentos de saúde e segurança no trabalho, estando os trabalhadores amparados pelo sistema de saúde e segurança, sem supressão dos direitos laborais, para que esta nova relação de trabalho não seja uma nova fonte de adoecimento relacionado ao trabalho.

Que tanto as empresas quanto os trabalhadores, possam ser beneficiados com essa nova modalidade de trabalho.

 

Referências

Agência Brasil. Disponível em: < http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2017-04/acidentes-de-trabalho-matam-23-milhoes-de-pessoas-por-ano-no-mundo-diz> Acesso em 07 de maio. 2019.

Anuário Estatístico Abracopel de Acidentes de Origem Elétrica 2018. Disponível em: < http://www.abrinstal.org.br/docs/abracopel_anuario18.pdf> Acesso em 19 de abri. 2019.

DEJOURS, Christophe. A Loucura do Trabalho: estudo de psicopatologia do trabalho. Tradução de Ana Isabel Paraguay e Lúcia Leal Ferreira. 5. ed. São Paulo: Cortez, 1992.

El País – Economia. Disponível < https://elpais.com/economia/2019/08/29/actualidad/1567076867_110475.html> Acesso em 19 de set. 2019.

El País, Si negamos la innovación habrá pobres para siempre. Jornal Periódico. Versão Uruguaia, impressa. Reportagem publicada em 19 de maio. 2019.

Época Negócios. Diponível em: < https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2017/01/entra-em-vigor-na-franca-o-direito-de-se-desconectar.html > Acesso em 08 de abril. 2019.

Eurofound – Future of manufafacturing – Technology scenario: Employment implications of radical automation, cita o McKinsey Global Institute (2017)

Fundacentro – Norma Técnica n° 1/2018 – Os desafios da Saúde e Segurança do Trabalho (SST) para uma produção segura com o uso de nanotecnologia – 1° correção: 19 jul. 2018, São Paulo, 2018.

International Labour Organization (ILO, 2019). Disponível em : < https://www.ilo.org/global/topics/sdg-2030/lang–en/index.htm >. Acesso em: 15 de maio. 2019.

International Stress Management Association – Brasil. Disponível em: <http://www.ismabrasil.com.br> Acesso em: 17 de abr. 2019.

IPSOS 2019 – Automation Has Transformed the Way We Work. Disponível em < https://www.ipsos.com/sites/default/files/ct/publication/documents/2019-02/ipsos_wef_global_citizens_and_automation_-_pr_-_2019-feb-21_0.pdf > Acesso em 17 de abril. 2019.

JUNIOR, Benedito Tuponi; MINARDI, Fabio Freitas; GOMES, Miriam Cipriani Gomes. As Relações de Trabalho e o Panorama Sócio-Econômico da Pós Modernidade. In: Conhecimento Interativo. São José dos Pinhais, v. 3, n.2, p.55-74, jul./dez.2007.

Mundo RH. Disponivel em: < https://www.mundorh.com.br/fraturas-nas-maos-e-punhos-lideram-o-ranking-de-acidentes-no-trabalho/> Acesso em 16 de abril. 2019.

Maranhão. Romero, A – História da Nanotecnologia (Congresso) 25° Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química (SBQ) – Rio de Janeiro/RJ, 22 e 23 de setembro 2008.

Notícias UOL. Disponível em < https://noticias.uol.com.br/tecnologia/noticias/redacao/2019/05/08/nao-pude-parar-mas-apoio-diz-motorista-da-uber-sobre-a-greve.htm > Acesso em 08 de maio. 2019.

NSF [2011]. Nanotechnology research directions for societal needs in 2020: retrospective and outlook summary. National Science Foundation. In: Roco M, Mirkin C, Hersan M, eds. Science Policy Reports. New York: Springer (DOI: 10.1007/978-94-007-1168-6_5).

Organização Mundial de Saúde – OMS. Disponível em:  <https://nacoesunidas.org/oms-registra-aumento-de-casos-de-depressao-em-todo-o-mundo-no-brasil-sao-115-milhoes-de-pessoas/> Acesso em 17 de abr. 2019.

OSHA-EU – European Agency for Safety na Health at Work, com o título, Foresight on new and emerging occupational safety and health risks associated with digitalisation by 2025 European Risk Observatory Report.

OSHA – EU – European Agency for Safety na Health at Work. Disponível em < https://osha.europa.eu/en/about-eu-osha/what-we-do/corporate-strategy-and-work-programmes/supporting-european-pillar-social-rights> Acesso em 09 de maio. 2019.

Portal da Educação. Disponível em  < https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/analisecritica-do-filme-tempos-modernos-com-charles-chaplin/55215 > Acesso em 15 de maio. 2019.

Alexandre Pinto da Silva

Engenheiro Eletricista e de Segurança do Trabalho, Higienista Ocupacional certificado pela ABHO0095, Pós-graduado em Gestão Previdenciária, Higiene Ocupacional, Sistemas Elétricos de Potência e Radioproteção. Mestre pela UFMG e Master em Prevención Y Proteccion de Riesgos Profesionales – Especialidade de Higiene Industrial pela Organización Iberoamericana de Seguridad Social – Universidad de Alcalá – Madrid-España. Trabalha a 29 anos na Cemig. É professor de Pós-Graduação do curso de Engenharia de Segurança do Trabalho e Higiene Ocupacional. Possui 04 livros publicados sobre saúde e segurança do trabalho, além de mais de 30 artigos técnicos na área de saúde, segurança e qualidade de vida no trabalho! 

 

 

 

[1] Fundação brasileira ligada ao Governo Federal Brasileiro, voltada para o estudo e pesquisa das condições dos ambientes de trabalho, com a participação de todos os agentes sociais envolvidos na questão.

 

Os artigos reproduzidos neste blog refletem única e exclusivamente a opinião e análise de seus autores. Não se trata de conteúdo produzido pela RSData, não representando, desta forma, a opinião legal da empresa.


Compartilhe:
  •  
  •  
  •  
  •  

Deixe seu comentário Um comentário

  • Marcos André disse:

    Abordagem importante de uma revolução silenciosa. As mudanças no mundo do trabalho levam pouco em consideração a saúde mental frente as novas formas de produção. Quando observadas sob o ponto de vista de prevenção, carecem muito de pesquisas científicas e estudos sobre os impactos ao longo dos anos. Parabéns ao autor Alexandre pela contribuição e riqueza de informações.

Deixe uma resposta

Open chat
1
Fale com nosso setor comercial! Como podemos te ajudar?