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URGENCIA E IMPORTÂNCIA. OLHARES E PERCEPÇÕES.

 O que é importante raramente é urgente e o que é urgente raramente é importante.” – Dwight Eisenhower, 34º Presidente Americano

Por que é tão difícil tomar decisões?

No últimos 42 anos,  construimos e vivemos no Brasil, um modelo de Gerenciamento de Riscos Ambientais (PPRAs e outros “pês”) cujo resultado, podemos afirmar fracassado. Desconstruir o atual modelo de gerenciamento é uma necessidade. A reconstrução de um novo modelo, indubitavelmente ainda está carregada de olhares múltiplos cuja a origem (vicios de origem) ainda se fundamenta no modelo fracassado. A libertação e a modernidade apontam para padrões internacionais que deixam de admitir uma norma (OSHAS 18001) focada no “PERIGO” e destinada a certificação migrando para uma nova norma e padrões internacionais focadas no “RISCO” o na Gestão (Cláusula 4) o Gerenciamento Riscos Ocupacionais (Cláusulas 5 a 10) da NBR ISO 45001.

Nem tudo o que é urgente é importante (Dwight Eisenhower). A seu tempo, tudo acontece. Logo, nesta construção (a legislação e a Norma Técnica Padrão) ainda não estão em vigor é preciso cautela, prudência. Muitos vícios ainda existem. Olhares de “especialistas” pipocam a todo o tempo (aqueles do modelo PPRA fracassado), mas na verdade são tempos de preparação. Ainda não rodamos, ainda não existe práticas executadas e aceitáveis que validam o novo  modelo proposto. Juntamos olhares, diversidade de experiências, diferente modos de ver, de considerar de ponderar. Todavia ainda não enxergamos o ciclo completo (conhecimento, domínio, compreensão) onde a consolidação se dará por fundamentos em princípios da legalidade, e da responsabilidade. Cautela e prudência são recomendáveis neste importante estágio da evolução em que buscamos pela diversidade,  tomar a melhor decisão, construir o melhor modelo que atenda expectativas e necessidades de todos, ou pelo menos da maioria consciente.

Nesta transição do modelo fracassado para a Gestão e o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, há turbulências naturais. Olhar todos olham. Enxergar, perceber, conhecer, compreender, divisar, sequenciar, ver entre, pré ver é o desafio de todos nós.

Temos um modelo de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais de excelência. Talvez o único existente que é capaz de separar e aplicar os padrões e critérios das diferentes legislações existentes , inclusive internacional, de modo a garantir maior confiabilidade e o princípio da legalidade e da responsabilidade intrínseca ao profissional de SST. Esta estrutura diferenciada serve de plataforma base para o novo tempo. O desafio é grande. O vôo é alto. O olhares são múltiplos (contribuições), a visão acurada, o movimento cirúrgico, a decisão seletiva.  Assegurado o princípio da Legalidade e da responsabilidade, temos a certeza de que nem tudo o que é urgente é importante. Qualidade gera credibilidade. Responsabilidade gera confiabilidade. O novo modelo de Gestão e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais à luz da nova legislação e acreditados por padrões internacionais, exige um olhar acurado para as modernas técnicas e práticas de Gestão.

Somente a busca sistemática e continua poderá assegurar padrões consolidados de melhorias em SST.

Pedro Valdir Pereira
Consultor de Saúde e Segurança do Trabalho
Instrutor de Treinamentos Credenciado pelo Corpo de Bombeiros/ RS Matrícula  000185/2011 e  00379/2013
Técnico Internacional em Emergências Químicas  – Especialista  pela NFPA 472 – HazMat Technician Standard  for Professional Competence of Responders to Hazardous Materials Incidents – Technician Level – transportation technology center, University of Texas – inc. USA
Safety Technician – Ergonomics, Occupational hygienist, Health and Safety
Delegado Eleito para representar o RS na Conferência Nacional de Defesa Civil – Brasília em NOV 2014

 

 


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