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Pensando em SST, a valoração da saúde, da integridade física e da vida do trabalhador no exercício de sua atividade laboral antes de um dever legal é pressuposto básico para o desenvolvimento sustentável em qualquer atividade humana e,  o bem maior a ser preservado. As mudanças recentes da “modernização” da legislação trabalhista – lei da liberdade econômica, pressupõe que o indivíduo terá que trabalhar mais, por mais tempo e plenamente produtivo. O desafio está posto: como assegurar segurança e saúde plena aquele que deve chegar “produtivo aos 65 anos de idade??? Num ambiente hostil, insalubre, periculoso, penoso…Se não chegar lá saudável e produtivo, PERDE O EMPREGO e,  nem se aposenta mais. No mundo do trabalho, o homem é o agente e o paciente destas transformações. Cabe a ele refletir e criar as condições adequadas a sua própria sobrevivência para o enfrentamento desta nova realidade.

Precisamos investir, preparar, educar, sensibilizar, estimular a área de SST. O acidente e a doença do trabalho é uma condição perversa, produz a dor, o sofrimento físico e psíquico, a mutilação, a desvantagem social, e a morte de milhares de pessoas em plena capacidade produtiva. A famigerada ganância, o lucro a qualquer preço, o afrouxamento das regras, das leis (Liberdade econômica), sob o pretexto de gerar empregos, colocam em risco conquistas geradas a partir do sangue jorrado por milhares de trabalhadores mutilados, inválidos ou mortos no exercício do trabalho. Perdas irreparáveis; danos imensuráveis. Esta semana celebramos a memória de todos eles ( 28 de Abril…). Convidamos Você para esta reflexão e enfrentamento. Qual é o seu papel nesta realidade? De que forma Você pode contribuir para garantir adequadas condições de trabalho? Trabalho em condições precárias, perigoso, insalubre,  permitirão que Você chegue pleno até aos 65 anos contribuindo para uma justa aposentadoria? Aquele que chegar a se aposentar vai realmente usufruir deste benefício??? Ou chegará adoecido, inválido, mutilado….Você é fundamental nesta construção.

Vivemos num país sem a cultura prevencionista, e com a área de SST desvalorizada . O imediatismo e a capacidade de improvisação parece ser motivo de satisfação e orgulho para muitos. A pouca importância dada ao gerenciamento de riscos, ao planejamento das atividades laborais, ao estudo técnico e detalhado de cada processo ou operação, tem ceifado milhares de vidas humanas e produzido um exército de mutilados, inválidos e mortos pelo exercício do trabalho. Uma nação para ser respeitada, e se inserir verdadeiramente no mundo civilizado e competitivo precisa valorizar e considerar a proteção de seu capital humano. Ao permitir que pelo adoecimento e/ou pelo acidente de trabalho, o indivíduo em plena capacidade produtiva, seja alijado do mundo laboral deixa de ser inteligente e inviabiliza a capacidade produtiva sustentável de uma nação inteira. O infortúnio laboral é desvantajoso para todos: –  trabalhador, Empresa e para a Sociedade. É desumano, é indigno, é criminoso perceber que anualmente a tragédia do acidente de trabalho e pouco ou nada coletivamente se faz para mudar este rumo. Estimular e sensibilizar administradores, autoridades, empresários e Trabalhadores e seus respectivos sindicatos para a consciência coletiva que permita promover a construção de um novo tempo, onde o maior patrimônio (capital humano) da sociedade de trabalho seja condignamente protegido e respeitado. Paradoxalmente temos a melhor e mais completa legislação do mundo na área prevencionista, no entanto, somos incompetentes em transformá-la positivamente em práticas e efeitos com benefícios ao trabalhador e a sociedade de trabalho. Buscamos fazer o nosso papel, e sensibilizar a sociedade para reconstruir os processos de trabalho de forma a assegurar a proteção de homens e mulheres que fazem a história de nosso País.

Podemos contribuir muito mais para o desenvolvimento e formação de uma mentalidade prevencionista na sociedade em geral – educandários, residências, no trânsito e no local de trabalho. Reconhecer e aceitar que o maior patrimônio de uma Empresa ou negócio é o homem. Sensibilizar as pessoas e organizações de trabalho que com doentes, mutilados ou mortos, não se constrói nada sustentável. Investir em Segurança e Saúde aumenta a produtividade e evita inúmeros aborrecimentos (perdas humanas e materiais, qualidade, competitividade, embargo, interdição, processos e condenações judiciais, imagem da empresa comprometida, etc.).

Devemos gerar um ambiente SEGURO, SAUDÁVEL E PREPARADO, segundo a OMS para oportunizar a todos os atores do cenário sócio econômico o debate, a discussão e a construção de um novo modelo de exploração de atividade econômica onde o homem enquanto agente e paciente destas transformações, seja realmente o mais importante elemento da sociedade de trabalho. Sensibilizar a todos para ação de pré ver, ver antes, chegar primeiro, agir em defesa da PROTEÇÃO, PREVENÇÃO DE ACIDENTES E DOENÇAS OCUPACIONAIS.

“NENHUMA ATIVIDADE ECONÔMICA SE JUSTIFICA SE ELA DEIXAR DE ATENDER AS NECESSIDADES SOCIAIS BÁSICAS DO HOMEM – SAÚDE E PROTEÇÃO”  – Pedro Valdir Pereira

 Nada poderá ser sustentável se a gente não aprender a proteger e a preservar o mais importante elemento do processo produtivo – o homem e sua imensurável capacidade de empreender e superar adversidades.

O homem é o agente e o paciente destas transformações. Cabe a ele, na sociedade de trabalho, examinar , definir, escolher e mudar caminhos.

Gestão de Riscos Ocupacionais oportunizados pela NBR ISO 45001 e a nova NR 1 da Portaria 3214/78) permitirá uma abordagem sistêmica da SMS vai gerar a melhoria do desempenho, produzindo resultados significativos, entre os quais destacam-se:

  • Um ambiente de trabalho seguro e saudável, com a conseqüente redução dos acidentes e doenças ocupacionais;
  • O conhecimento das suas deficiências operacionais envolvendo critérios de saúde e segurança que possam representar gargalos no processo produtivo;
  • A melhoria das relações de trabalho, em virtude de um maior comprometimento dos trabalhadores nas definições dos processos da Empresa;
  • A melhoria das relações com os organismos fiscalizadores, com redução de penalidades;
  • A redução da probabilidade de passivos trabalhistas, resultantes de uma melhor qualidade da documentação, registros e melhorias efetivas dos ambientes de trabalho;
  • A melhoria das relações comerciais com clientes, que exigem de seus fornecedores uma abordagem com visão sistêmica nas questões de SST e meio ambiente;
  • A correta política de SG-SMS melhora o desempenho da Empresa, gerando ganhos de produtividade, competitividade e possibilita a expansão do negócio.

O acidente só ocorre, onde a Prevenção Falha!

A partir disto, nós da área de SST, entendemos que o saber e o compromisso de cada um é fundamental para poderemos construir as condições de Segurança e Saúde do Trabalho que almejamos. O conhecimento é único, pessoal e intransferível. Compartilhar experiências, de modo a possibilitar e inovar o nosso “modus operandis” com práticas de prevenção, neutralizando e/ou eliminando situações de risco, é desejável. Cada um, em cada atividade e/ou tarefa que executa, pode e deve planejar antecipadamente a forma mais segura de executá-la.

Somente a busca sistemática e continua poderá assegurar padrões consolidados de melhorias em SST.

Pedro Valdir Pereira
Consultor de Saúde e Segurança do Trabalho
Instrutor de Treinamentos Credenciado pelo Corpo de Bombeiros/ RS Matrícula  000185/2011 e  00379/2013
Técnico Internacional em Emergências Químicas  – Especialista  pela NFPA 472 – HazMat Technician Standard  for Professional Competence of Responders to Hazardous Materials Incidents – Technician Level – transportation technology center, University of Texas – inc. USA
Safety Technician – Ergonomics, Occupational hygienist, Health and Safety
Delegado Eleito para representar o RS na Conferência Nacional de Defesa Civil – Brasília em NOV 2014


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